A Água das Ilhas Maravilhosas
Por William Morris
A Sexta Parte: Os Dias de Ausência
[374]Capítulo III Eles chegam à Cidade dos Cinco Ofícios, e Birdalone encontra a Esposa-pobre
Eles não avançaram muito para que chegassem à Cinco Ofícios no quarto dia, mas deitaram-se sob os céus descobertos em um vale debaixo de uma grande elevação da terra baixa, da qual Gerard falou. Mas cedo pela manhã Birdalone levantou-se e avivou seus homens, e eles montaram a cavalo e cavalgaram a colina diante deles até que eles chegaram ao cume dela. Então Birdalone gritou em voz alta de alegria ao ver a amável terra diante dela, e as muralhas brancas e as torres da grande cidade, considerando que Greenford era apenas pequena ao lado dela.
Assim eles cavalgaram para dentro da franquia, e entraram nos portões da cidade um pouco depois do meio-dia, e novamente Birdalone ficou maravilhada com tudo diante da caminhada para lá e para cá nas ruas e o ajuntamento dos mercados, e a gente diversa, como mascates e homens de armas, e artesãos e lordes, quem faziam uso da dita cidade; e, para falar verdadeiramente, o coração dela afundou-se um pouco dentro dela, e pareceu para ela que seria difícil e problemático ter de lidar com tanta gente, e que eles teriam de passar por ela à direita e à esquerda sem prestar atenção na vida dela.
De qualquer maneira, Gerard, quem conhecia a cidade, trouxe-a para um justo albergue, onde ela ficou bem hospedada, ela e os homens dela. Portanto, imediatamente, antes que ela saísse para as ruas novamente, ela começou a reunir o que tinha de trabalho de bordado fino e [375]escrita bela, e a terminar o que ela tinha inacabado. E ela enviou Gerard e os filhos dele para encontrar onde ficava o mercado para tais bens, e se ela teria de sair para vender os mesmos lá, ou em qualquer outro lugar da cidade; e Gerard descobriu o salão dos bordadores, e lá o mestre do ofício, e ele recebeu o rapaz cortesmente quando ele ouviu que havia belo trabalho chegado a cidade, e fez-lhe ter conhecimento de que ninguém em nenhum ofício semelhante poderia ter liberdade de mercado exceto através de autorização da guilda do ofício; mas, disse ele, as guildas eram generosas e corteses, e de maneira nenhuma estavam acostumadas a negar a dita autorização, fosse o trabalho bom e verdadeiro; e com isso ele aconselhou Gerard a contar à sua mestra que ela devia trazer amostras do trabalho dela para o salão da guilda tão rapidamente quanto ela pudesse. Assim, exatamente no dia seguinte, Birdalone foi para lá, e descobriu que o mestre era um homem alto de boa aparência de uns quarenta e cinco invernos, quem olhava para ela desde o início como se ele considerasse isso não uma maneira ruim de passar o tempo. A esse homem ela mostrou o trabalho dela, e, embora ele não considerasse fácil tirar os olhos dele de Birdalone mesma, contudo, quando ele examinou o trabalho manual dela, ele considerou-o melhor do que muito bom, e ele disse a ela: ‘Donzela, aqui está o que será procurado por um grande preço pelos grandes senhores e senhoras da terra, e os ricos burgueses, e especialmente pelos altos prelados; e tanto quanto disso tu tiveres um ânimo para produzir é tanto ouro cunhado para ti; e agora eu vejo que o que tu és, e fiquei satisfeito que tu reuniste bom para ti. Mas, tão diligente quanto tu possas ser, tu tens apenas um par de mãos, verdadeiramente maravilhosas, e, todavia, [376]apenas um par.’ Ele parou diante dessa palavra, pois ele estava verdadeiramente encarando as mãos dela, e ansiando para ver mais dos braços dela do que apenas os pulsos, de modo que ele escassamente sabia o que estava dizendo. Em seguida, ele enrubesceu e disse: ‘Verdadeiramente, eu não tenho conhecimento de nenhum outro par de mãos exceto as tuas que podem produzir tal bordado, ou produzir os desenhos para eles. Mas tu precisarás de mulheres servas para te ajudar, tanto na arrumação da casa para ti (pois esse grande velho camarada escassamente será satisfatório para isso) e como aprendizes para te ajudarem com o trabalho mesmo; e, se tu desejares, eu deverei buscar as melhores para ti. Além disso, eu tenho de te contar que, embora nenhuma mulher no mundo possa produzir tal bordado como o teu, contudo, entrementes, aqui chegou uma mulher de meia-idade, uma mulher desgastada por problemas, pia, dócil e amável; e, por santa Lúcia!, agora que eu olho para ti novamente, ele poderia ser um pouco parecida contido, fosse ela jovem e de aparência fresca e forte como tu és. Agora, dessa mulher eu digo, e por causa disso eu maravilho-me, produz bordado que é um pouco de acordo com a maneira do teu, e o qual nos parecia excelente até que eu tinha visto o teu. Bom sustento ela ganhou através dele, e ela é diligente nisso; mas ela não tem intenção para obter aprendizes, ou ser tornada uma da nossa guilda, ambos dos quais são sancionados pela lei tanto para ela como para ti, amável donzela. Mas agora eu deverei aconselhá-la a ser tornada da nossa guilda junto contigo, se tu desejares aceitar isso assim, e então, possam vós ambas tende três aprendizes cada, e podei produzir em nossa cidade uma escola vistosa, de modo que a nossa guilda deverá ser glorificada por meio disso, pois não haverá nenhum trabalho semelhante no mundo. Que dizes tu?’
[377]Ela agradeceu-lhe muito, e pensou em seu coração que tal trabalho manteria tanto suas mãos quanto sua cabeça ocupadas, consolaria a tristeza no seu coração e consumiria o tempo, para que ele pudesse pudesse viver até que a esperança pudesse porventura surgir nela.
Então o mestre disse: ‘Há outra uma coisa, quer dizer, tua residência; e se tu desejares eu deverei alugar para ti uma casa na rua dos bordadores, uma vistosa: verdadeiro dizer que é a minha própria, assim tu podes considerar que eu te digo disso para o meu próprio ganho; e isso pode ser (e com isso ele ruborizou); mas há algo nisso, que, se tu careceres de dinheiro, eu deverei deixar-te viver lá sem preço até que tu devas ter ganho mais que suficiente para me pagar.’
Birdalone agradeceu-lhe bem, mas ela fez-lhe saber que de maneira nenhuma ela estava sem dinheiro; e logo ela partiu bem satisfeita, embora ela considerasse que o dito mestre era quase mais amigável do que poderia ser esperado. E no dia próximo ele veio a ela na hospedaria e, sem mais delongas, trouxe-a para a casa na rua dos bordadores, e ela considerou-a bela e bem completa, e, dessa maneira, ela começou a trabalhar para aprontar todas as coisas.
Agora, na semana seguinte ficava o dia indicado quando ela deveria ser recebida na guilda das bordadeiras, e, no dia anterior, veio o mestre supracitado para ver Birdalone. Para falar verdadeiramente, ele não tinha deixado de vir vê-la a cada dia, com uma pretensão ou outra, desde o primeiro dia que eles tinham se encontrado, mas sempre ele agiu com ela com toda honra e simplicidade. Mas, nesse dia, ele trouxe com ele a mulher de mãos habilidosas, [378]para a apresentar a Birdalone, quem a recebeu de boa vontade, e, depois disso, o mestre Jacobus deixou-as juntas sozinhas.
De fato, a dita mulher parecia cansada e envelhecida, mas não era de mais do que quarenta e cinco invernos mesmo pela aparência, conforme a primeira olhada para ela; ela era um pouco alta e de sólida constituição, sua face bem formada, e o cabelo dela ainda vistosa. Havia um tipo de expressão nos olhos dela, como se ela pudesse amar qualquer um com quem ela vivesse que fosse amável com ela. Ela era de semblante brando, ou antes brando demais, ela parecia que tinha sido intensamente assustada e oprimida, em um momento ou outro.
Assim, quando o mestre Jacobous tinha ido embora, Birdalone sentou-a no banco ao lado dela, e falou com ela de modo inteiramente doce e amável, e, por sua vez, a mulher falava pouco, exceto respondendo simplesmente às questões dela. Birdalone perguntou onde ela tinha parentes, e ela respondeu: ‘Em Utterhay.’ Então disse Birdalone: ‘Nesses últimos poucos dias eu tenho ouvido aquela cidade nomeada duas ou três vezes, e nunca antes, como me parece; e contudo, ouvindo o nome a partir da tua boca, ele parece mexer alguma coisa em mim, como se eu tivesse estado lá uma vez e ansiasse para estar lá novamente. Há algo no lugar do qual as pessoas falam amplamente, de modo que eu poderia ter ouvido sobre e não percebido à época?’ ‘Não, dama,’ disse a senhora, ‘salvo que, talvez, ela esteja à beira de uma floresta muito grande e muito maligna, de outra maneira, ela uma vez foi uma cidade feliz e de muito refúgio para longe do interior.’
Birdalone olhou para ela, e viu que as lágrimas estavam vindo dos olhos dela e escorrendo sobre suas [379]bochechas enquanto ela falava; assim ela disse a ela: ‘Por que tu choras, mãe? Há alguma coisa que eu posso fazer para amenizar teu pesar?’ Disse a dama: ‘Tu és tão amável comigo, e tua voz é tão querida e doce, que eu não escolher senão chorar. Parece que é porque o amor de ti tomou meu coração, e com ele está misturada a memória de tristeza passada minha. Tu perguntas-me se tu podes fazer alguma coisa para amenizar meu pesar; querida dama, eu não estou entristecida agora; ou melhor, eu estou mais do que não entristecida, eu tornei-me feliz, porque eu estou contigo. Mas, uma vez que tu és tão afável comigo, eu te pedirei para fazer uma coisa por mim; e isso é, contar-me da tua vida passada; eu quero dizer, doce jovem donzela, da tua vida quando tu foste uma pequena criança.’
Então Birdalone beijou-a e disse: ‘Entra no meu coração que tu me amas; pois tão logo eu coloquei meus olhos em ti, meu coração simpatiza contigo; e agora, talvez, nós devamos ser queridas amigas; e isto é uma coisa que deverá me ajudar muito, ter uma amiga que é tão muito mais velha do que eu, de modo que nada do amor de homens e de outras tristezas pode entrar entre nós.’ ‘Sim, agora,’ disse a dama, sorrindo um pouco tristemente; ‘agora eu vejo a água nos teus olhos, e tua voz treme. É assim, tu amável gentil donzela, que tu foste entristecida pelo amor de um homem? Então quem pode prevalecer no amor se tu não prevaleces?’ E ela começou a acariciar a mão de Birdalone; mas Birdalone disse: ‘É muito longo contar de toda minha vida, mãe, embora eu seja tão jovem; mas agora eu farei como tu me ordenaste, e contar-te um pouco de meus dias quando eu era pequena.’
[380]E com isso ela começou a contar a ela dos seus dias na Casa sob o Bosque, e da bruxa e o seu mau humor e sua severidade, e do amor dela por coisas selvagens, e de como ela cresceu lá. E ela falou por algum tempo, pois a memória daqueles dias parecia levá-la adiante, como se ela estivesse verdadeiramente viva neles; e a mulher sentou-se diante dela, encarando-a amavelmente, até que Birdalone parou o conto dela e disse: ‘Agora eu contei-te mais do que o suficiente de uma questão simples, e uma vida que foi como aquela de uma criatura selvagem dos bosques. Agora, mãe, tu deves contar-me um pouco de ti, e qual foi teu sofrimento de Utterhary: pois tu deverás descobrir que o meu conto disso deverá aliviar-te.’ ‘Ah! Assim pensa, a gente jovem,’ disse a mulher tristemente, ‘porque há muitos dias restantes para eles terem esperanças. Mas embora o relato do meu sofrimento seja um sofrimento novo para mim, contudo, tu deves ouvi-lo. É apenas a perda do meu bebê: mas ela foi de todos os bebês o mais belo e mais doce.’
Então ela começou a contar a Birdalone tudo relativo à bruxa em Utterhay e à esposa-pobre que vós ouvistes no começo deste livro, até o momento quando ela deixou a casa para comprar comida para a bruxa; pois ela mesma era a dita esposa-pobre. E então ela contou como ela voltou novamente e descobriu a convidada dela desaparecida e a criança também; e, embora ela tivesse chorado por amor a Birdalone, ela não chorou ao contar desse pesar, mas contou-o como um conto que tivesse acontecido a alguma outra pessoa. E ela disse: ‘E assim, quando eu tinha terminado de correr para cima e para baixo como uma coisa selvagem, e perguntado aos [381]vizinhos com falta de fôlego e ferocidade de discurso quem tinha tirado minha filha de mim; e quando eu tinha ido ao bosque e mesmo a alguma distância dentro dele, e quando eu tinha perambulado para cima e para baixo novamente, e a noite estava caindo, eu finalmente retornei novamente para a minha pobre casa tão cansada com meu infortúnio, que eu mal sabia o que tinha me acontecido. E lá, sobre a mesa, estavam o mantimento e a bebida que eu tinha comprado, e o dinheiro que a bruxa tinha dado para mim; e, a despeito do pesar, a fome ardeu em mim diante da visão, e eu joguei-me sobre aquilo e comi e bebi, e assim voltei a mim mesma, quer dizer, ao meu pesar. Mas, no dia seguinte, eu corri aqui e ali, e cansei as pessoas com minhas perguntas e meu infortúnio; mas isso tudo não valeu de nada. A criança estava perdida para mim. Há pouco mais a contar de mim, doce dama. Se eu devesse viver, é necessário que eu aceitasse o preço pobre pela minha pequena, a saber, o dinheiro da bruxa, e lidar com pessoas por minha subsistência; portando, eu comprei para mim tecido e sedas, tendo agora os recursos, e comecei a trabalhar com bordado, pois mesmo então eu era uma hábil costureira. Assim, fossem Deus e os santos bons para mim, e dispusessem o povo para mim, para que eles fossem bons e piedosos, e eu não carecesse de trabalho nem da subsistência devida; mas, depois de um tempo, eu cansei-me de Utterhay, onde minha querida criança deveria ter estado correndo de um lado para o outro diante dos meus pés; e tendo por essa época acumulado um pouco de dinheiro, e sendo excessivamente destra em meu ofício, eu cheguei aqui para viver, e, prezada seja santa Úrsula! Eu tenho considerado fácil viver aqui: e prezados sejam todos os santos igualmente que eu tenha [382]te encontrado, quem és tão gentil e amável; e tu com a aparência da mesma idade de minha criança, se devesse ela estar viva: ou qual és tua idade, dama querida?’
Birdalone colocou a mão sobre o peito dela, e ela empalideceu, mas ela disse em uma voz baixa: ‘Eu considero que eu sou de vinte verões.’
Então elas ambas sentaram-se em silêncio, até que Birdalone pudesse dominar a palpitação de seu coração, e ela disse: ‘Agora parece que eu tenho uma memória ainda mais antiga do que aquelas que eu te contei antes. Uma mulher tirou-me de uma cesta e colocou-me nas costas de um burro, e eu olhei ao redor, e estava em um relvado coberto por grama dos bosques; e eu vi um esquilo correndo um tronco de árvore acima diante de mim, e ventou ao redor da árvore e esconde-o; e então eu estendi minhas mãos e gritei para ele; e então veio uma mulher sobre mim, e deu-me morangos do bosque para comer da mão dela.’
Por causa disso, a esposa-pobre irrompeu, pálida e trêmula: ‘Conta-me agora, minha criança, tu tens qualquer memória de qual era a mulher quem te colocou no asno e deu-te os morangos?’ Birdalone olhou para ela e examinou a face dela de perto, então sacudiu a cabeça e disse: ‘Não, não foste tu, mãe.’ ‘Não, certamente; não, certamente,’ disse a mulher; ‘mas pensa novamente.’ Disse Birdalone, falando lentamente: ‘Foi a minha mestra, então? Ela era uma mulher alta, um pouco magra e ossuda, com cabelo vermelho vistoso e de pele pálida, mais de lábios finos.’ Respondeu a esposa-pobre: ‘Não, não; não adianta; ela não era nada disso.’ Então Birdalone olhou para ela e disse ansiosamente: ‘Sim, mas talvez fosse outra forma dela: na qual ela era uma mulher alta, de cabelo escuro, nariz de gancho [383]e olhos de falcão, como se fosse de trinta verões; uma mulher forte. Tu viste isso? Tu lembras-te dela?’
A mulher pulou e chorou, e era como se tivesse caído, mas Birdalone levantou-se e segurou-a nos braços e confortou-a, e colocou-a em seu assento novamente e ajoelhou-se diante dela; e logo a esposa-pobre voltou a si e disse: ‘Minha criança, tu dizes se eu me lembro dela; como eu deveria alguma vez esquecer dela? Ela foi a ladra que roubou minha criança.’
Com isso ela deslizou para fora do assento dela, e ajoelhou-se perto de Birdalone, e inclinou-se tão baixo no chão como se a alta donzela fosse apenas uma pequenina, e ela imediatamente começou a beijá-la e afagá-la, a face dela e as mãos dela, e tudo ao redor; e disse, soluçando e ainda sorrindo: ‘Permite-me um pouco, minha criança, minha própria amada criança! Pois em boa verdade eu sou tua mãe e faz muito tempo desde que eu te vi: mas ouve-me com atenção, quando eu voltar o suficiente a mim mesma, eu deverei suplicar-te para não me deixares ainda por um tempo, e eu deverei suplicar-te para me amares.’
Birdalone agarrou-a e beijou-a, e disse: ‘Eu amo-te muito, e nunca, nunca, eu deverei deixar-te.’
Então elas ficaram de pé, e a mãe pegou Birdalone pelos ombros, e segurou-a um pouco alto, e devorou-a com os olhos dela; e ela disse: ‘Sim, tu te tornaste alta, e talvez não cresças mais alta; e quão bela e amável tu cresceste; e tu que foste nascida na casa de um homem pobre! Não surpreende que qualquer um deva cobiçar-te. E eu, eu pergunto-me se eu alguma vez fui tão bela quanto tu és; verdadeiramente muitos me chamaram de bela por um breve tempo; e agora [384]me contempla! Não, filha e querida, que tua não se abatas, pois agora eu não deverei conhecer nada mais de medo e pesar; e não é provável que eu deverei me tornar mais bela de corpo, e mais de forma, nos dias felizes que nós deveremos habitar juntas?’ E depois disso ela tomou-a nos braços dela, e parecia como se ela nunca pudesse ter o suficiente de a segurar e abraçá-la; e ela olharia para as mãos de Birdalone e os pés e os braços dela, e afagou-lhes e acariciou-lhes; e ela maravilhou-se diante do corpo dela, como se ela tivesse sido uma mãe jovem devorada com o amor do seu primogênito. E quanto a Birdalone, ela estava tão satisfeita com a mãe dela quanto poderia estar; e contudo, no coração dela, ela perguntava-se se, talvez, alguém da amizade poderia perder-se por aquela direção e ser participe da alegria dela dessa recém-encontrada querida amiga; e ela disse, poderia ser Viridis; mas, no íntimo do coração dela, embora não ela dissesse isso para si mesma, ela ansiava que o Escudeiro Negro finalmente pudesse encontrá-la.
ORIGINAL:
MORRIS, W. The Water of the Wondrous Isles. New York, London, and Bombay: Longman, Green and Co, 1897. pp. 374-384. Disponível em: <https://archive.org/details/waterofwondrousi00morrrich/page/374/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
Nenhum comentário:
Postar um comentário