A Água das Ilhas Maravilhosas
Por William Morris
A Sexta Parte: Os Dias de Ausência
Capítulo anterior
[427]Capítulo XII Birdalone chega novamente à Ilha das Rainhas e encontra uma Aventura Perigosa lá.
Ainda não era aurora quando Birdalone desembarcou novamente, e a lua estava baixa, e estava escuro; portanto, ela não se atreveu a ir terra acima, mas deitou-se no bote e adormeceu lá. Quando ela despertou novamente, havia ampla luz do dia, o sol estava alto, e uma pequena ondulação estava correndo através da superfície da água. Ela pisou em terra imediatamente, e olhou terra acima para a direita e para a esquerda, e viu de uma vez que de fato era a Ilha das Rainhas, e a casa erguia-se elegante e amável como da outra vez: então ela desejou um pouco pisar no campo verde por um tempo, pois o dia ainda era jovem, e ela não viu nada se movendo, exceto o tordo e umas poucas bestas pequenas. No entanto, ela disse si mesma que não iria a nenhum lugar próximo da casa vistosa onde residiam aquelas imagens de morte. Contudo, o corpo dela ansiava tão intensamente pela frescura de verão da grama, e ficou tão encantado pelo aroma florido dali, que, embora ela não se atrevesse a ir desarmada, ela tirou o calçado e caminhou sorrateira e suavemente de pés descalços e com pernas despidas através do gramado bordado, dizendo em alta voz para si mesma: ‘Se eu tiver de correr para o bote, mas leve eu deverei correr assim arrumada.’
Mesmo assim, ela tinha caminhado um pouco antes que um terror tomasse conta dela, embora ela não visse nenhum filho de Adão perto, e ela virou e correu de volta velozmente [428]para o seu antigo lugar e sentou-se sob um carvalho torcido bem perto do Bote de Expedição, e permaneceu lá ofegando e tremendo, e escassamente se atrevendo a olhar para cima a partir da grama por um tempo. Então o coração dela animou-se, e ela riu e disse para si mesma: ‘Eu sou uma tola pois não tenho de temer nada nesta Ilha das Rainhas, exceto mulheres como eu mesma.’
Todavia, ele sentou lá ainda por mais um tempo sem se mover; então ela ficou de pé e olhou ansiosamente em volta, e, como já dito, ela era excessivamente perspicaz; mas ainda ela não viu nem homem, nem donzela, nem criança de peito.
Então os olhos dela procuram as margens do lago, e descansaram sobre um pequena angra a uma distância de um arremesso de pedra adiante do Bote de Expedição, onde, um pouco antes da água, finos salgueiros formavam um véu em meio à água do prado; e ela olhou e viu quão agradável seria um lugar para alguém ficar de pé e observar a ondulação há pouco deixada, enquanto a água pingava do corpo limpo sobre a grama. E os pés descalços dela começaram a contar aos lados trajados dela sobre a frieza doce da água, e não esperaram por nenhuma contradição, apenas a levaram levemente na direção da angra coberta por salgueiros. E quando ela estava lá, ela tirou a celada e o cinto dela, e deitou a espada sobre a grama, e tirou a túnica e a cota de malha, e assim era uma mulher novamente, em um casaco branco acima da bata dela. Então ela olhou atenciosamente entre os galhos de salgueiro, e não viu nada mais do que antes, nada, exceto um pequeno arbusto de espinho branco, agora de fato branco com flores e a cinquenta jardas terra adentro de onde ela estava. Assim ela riu, e tirou suas outras vestes, e deslizou [429]rapidamente para dentro da água, a qual abraçou o corpo dela em toda a sua nudez fresca; e quanto a Birdalone, ela recompensou-o bem nisso pelo seu labor passado, divertindo e nadado ao seu máximo.
Então ela saiu da água, e vestiu-se sem grande pressa, e arrumou sua cota de malha e celada e espada, e dessa maneira retornou ao lugar dela, e sentou-se, e começou a arrumar seu calçado.
Mas, enquanto ela olhava para cima, a partir do esforço dela, por um momento, oh!, um homem alto caminhando na direção dela, e bem perto dos salgueiros pelos quais ela tinha se banhado. O coração dela bateu rápido e a face dela mudou, ainda que ela se apressasse, e estivesse calçada e de pé em arranjo cavalheiresco, quando, então, ele deteve os passos dele a cinco passos dela, e deu a ela o bom dia de maneira cortês; e ela esforçou-se para pensar que ele não a tinha visto, ou, pelo menos, de outra maneira notado a arrumação dela; todavia, o coração dela causava apreensões a ela.
Ele era um homem de cabelo grisalho de mais de cinquenta verões de aparência, mas suficientemente vistoso e bem constituído; ele estava trajada em um casaco verde mais do que um pouco gasto, mas produzido segundo à moda da cavalaria; ele não tinha nada sobre a cabeça dele exceto uma coroa de carvalho, e nenhuma arma exceto uma espada curta do lado dele e um bastão robusto em sua mão.
Ela devolveu o cumprimento dele em uma voz trêmula; ele disse: ‘Bem-vindo novamente, jovem rapaz. Tu vieste para habitar conosco? Verdadeiramente tu estás elegante agora, mas, antes de alguns poucos meses, tua vestimenta não estará muito mais bela do que a nossa, e tua cota de malha estará enferrujada, pois aqui não há nenhuma disputa alegre nem feitos de armas, e nenhuma dama gentil para conceder a recompensa [430]de honra, de modo que, se nós lutarmos entre nós mesmos, é porque nós caímos, e maldosamente. Contudo (e ele riu, zombeteiramente, como ela pensava) tu podes trazer-nos sorte, e atrair belas donzelas para nós, porque é o que nós esperamos nesta ilha, a qual está deserta de belos corpos, a despeito do seu nome enganador.’
Nisso Birdalone ruborizou, considerando que ele tinha adivinhado a feminilidade dela, mas ela esforçou-se para falar vigorosamente, e tão masculinamente quanto ela podia, e disse: ‘Sim, justo sir, e se eu for o Deus do Amor, como tu consideras, e não meramente um pobre escudeiro (Louis Delahaye, ao teu serviço), quantas donzelas eu tenho de enviar a ti se tem de haver uma para cada homem de vós?’ Disse ele: ‘Tu tens de inventar o conto para uma vintena ou mais, ou alguns de nós podem carecer. Verdadeiro dizer, neste momento tu não precisa se apressar por todo o conto, considerando que há apenas um outro da companhia à mão, um mero jovem homem tolo; os outros foram para o lado do sotavento da ilha, para nos trazer caça e peixe, ambos são mais abundantes lá do que aqui; portanto, estamos apenas nós dois um pouco solitários neste lugar, ainda mais que nós estamos excessivamente perto da feitiçaria na casa grande, na qual nós não nos atrevemos a entrar; pois, embora nada desça de lá para nós, contudo, nós ouvimos às noites, primeiro canções, e depois choros e gritaria, saírem daquele lugar.’
Então ele parou seu discurso e aproximou-se um pouco mais de Birdalone, então sorriu ironicamente, e disse: ‘Verdadeiramente nós podemos poupá-lo, nós dois.’ E ele olhou para ela com força, e a cor surgiu nas bochechas dela, [431]e ela riu desconfortavelmente, como uma dama delicada quando ela ouve algum conto impróprio.
Mas novamente o velho camarada aproximou-se dela e disse: ‘Tu pareces ter um arco e uma reserva de flechas muito bons; se tu desejasses emprestá-los para mim por um momento, e viesses comigo para dentro daquele bosque bem perto, eu poderia atirar em alguma caça com pouco trabalho para ti; considerando que, verdadeiramente, tu escassamente se parece com alguém que é adequado para labor excessivo.’ Novamente ela ruborizou, e não falou nada desta vez; e ele disse: ‘Tu não consideras que haja veado nesta extremidade da ilha porque eu disse eu os outros foram buscar caça; apenas os veados são mais mansos e em maior número lá, e nós temos apenas equipamento ruim de tiro, considerando que tu estás bem fundamentado nisso. Tu não virás? Nós deveremos ter banquete alegre depois da caça.’
Agora Birdalone tinha retornado aos sentidos novamente, e ela respondeu como uma jovem alegre, com um sabor de zombaria na fala dela: ‘Justo senhor, tu não deves considerar que eu necessite de muita ajuda para matar o veado estúpido; pois faço-te saber que eu não atiro ruim com o arco; nem eu sou de pés pesados. Mas eu não caçarei no teu parque hoje, pois eu tenho uma missão que me convoca para longe, de modo que eu deverei partir daqui logo. Além disso, sábio ancião, há tua missão para cuidar; e se eu for o Deus do Amor, como tu disseste, eu não devo manter a ti e aos teus valentes companheiros definhando sem companheiras; assim, com tua permissão, eu partirei agora, para que eu vos envie uma vintena de belas donzelas para vossa companhia.’
E ela voltou-se e deu um passo na direção do bote dela; mas o camarada aproximou-se, rindo; e [432]disse: ‘Verdadeiramente tu dizes que não és de pés pesados, pois eu nunca vi um pé mais leve ou mais belo do que o quê deslizou através do prado agora mesmo; nem um corpo mais belo do que o quê saiu como pérola tingida de rosa da água enquanto eu estava oculto na mata de espinheiro acolá naquele momento. Portanto, não te preocupes em trazeres mais donzelas do que tu mesma, mais bela Deusa do Amor, pois tu és suficiente para mim.’
E com isso ele correu adiante e estendeu uma mão para ela; mas nessa última hora, ela tinha a espada dela desembainhada na mão, e o camarada recuou diante do brilho dela, e gritou: ‘Oh, oh! Isto deve ser batalha, minha senhora? Tu consideras que me matarás tão facilmente quanto o veado estúpido, e tu com teu arco sem corda às tuas costas? Agora eu deverei mostrar um truque de esgrima; mas não temas que eu deverei te machucar para te estragares.’
Ele avançou sobre ela com seu bastão levantado, e o coração dela falhou, e ela tremeu, e facilmente ele destruiu a guarda dela e tirou a espada da mão dela; e novamente ele se voltou para a tomar, mas ela saltou para o lado e correu dela, mas correu na direção da oposta ao mar, como se ele estivesse entre ela e o bote; e ele seguiu-a intensamente, e não houve nada a fazer na corrida.
Mas ela não tinha ido duas vintenas de jardas antes que ela ouvisse um grande grito, e outro homem veio correndo através do campo; um homem magro era esse, e de vestimenta pior do que o velho camarada, pois tão esfarrapada estava a vestimenta dele que ele estava meio nu; mas ele era bem visto de forma, de cor fresca e cabelo negro. Birdalone parou os pés quando ela o viu, pois [433]embora ela não duvidasse de correr mais do que ele, contudo, para onde ela deveria correr, uma vez que o bote estava atrás dela?
Assim o homem jovem veio a ela, e o velho camarada encontrou-o todo ofegante, e o jovem disse: ‘O qu’ agora, Antony! Que batalha é esta? E por que tu estás perseguindo este bom cavaleiro? E tu, bom sir, por que tu foges deste covarde grisalho?’
Disse Antony: ‘Tu és apenas um jovem tolo, Otter, isto não é um homem, mas uma mulher, e eu tomei-a, e ela é minha.’
‘Bem,’ disse Otter, ‘Eu digo que ela é tão minha quanto tua; ou melhor, mais, se ela deseja entregar a si mesma a mim. Mas se ela não o fizer, ela deverá ir para onde desejar a despeito de ti. Ou tu és uma mulher?’
‘Sim, sim,’ disse Birdalone; ‘e eu suplico-te, pela cabeça da tua mãe, permite-me partir; pois pesada e cheia de necessidade é a missão na qual eu estou.’
‘Ir tu deverás, então,’ disse Otter; ‘conduze de volta ao teu lugar, eu caminharei contigo.’ Assim eles fizeram; e Birdalone caminhou trêmula ao lado do jovem homem; mas ele não colocou nenhuma mão sobre ela; e, verdadeiro dizer, ela considerou que raramente tinha visto um jovem homem tão belo, mas eram Arthur ou Hugh.
Agora ele, como Antony, tinha uma espada curta no cinto, mas ele deixou-a na bainha; e enquanto eles iam, Antony desembainhou novamente a lâmina dele e agitou-a alto para golpear Otter, mas visto que aconteceu de Birdalone vê-lo, e virar a lâmina redonda para ele e tomar controle do punho dele, e, além disso, Otter também se virou, e agarrou o velho camarada pela nuca enquanto ele virava-se, e colocou um pé diante dele e empurrou-o forçadamente, de modo que ele caiu cheirando a terra.
[434]Então virou-se Otter novamente, rindo, e ele disse para Birdalone: ‘Por São Giles! Tu és valente demais para uma mulher, e eu desejaria que nós pudéssemos ficar juntos; e então, entre nós, nós poderíamos conquistar a aventura das damas mortas acolá.’ Ela inclinou a cabeça e disse: ‘Bom senhor, não pode ser de outra maneira; contudo, eu agradeço-te, eu agradeço-te.’
Assim eles chegaram à margem da água e ao Bote de Expedição, e Birdalone parou o pé dela ali, e o homem jovem disse: ‘O quê é este bote, que me parece como se fosse um bote para malfeitores dirigindo-se para uma morte de tormento, tão cinzento e turvado e saturado de água e descolorido pelo sol como está, e manchado para lá e para cá com manchas de não sei o quê?’
Disse Birdalone: ‘Tal como é, é o meu bote sobre a água onde eu desejo estar.’ ‘Estranho!' disse Otter; ‘para minha mente é semelhante às nossas sinas sobre esta ilha, nós quem uma vez fomos cavaleiros e felizes escudeiros e agora somos como homem vagabundos, de más condições, pensando em nada exceto em nossos desejos primeiros, mesmo naqueles que nós compartilhamos com o lobo e o milhafre.’
Ela disse: ‘Mas tu, de condições malignas, tu, quem há pouco me livraste de problema?’ Ele sorriu sombriamente: ‘Donzela,’ disse ele, ‘Eu ainda não te libertei de mim, embora eu o tenha feito dele. Mas, diz-me, tu és uma feiticeira?’ ‘Não uma sombria,’ disse Birdalone; ‘mas eu te contarei de uma vez que eu fui criada por uma bruxa poderosa, e alguma porção de conhecimento eu aprendi.’ E com isso ela lhe contou do Bote de Expedição, e de como ela o mandaria acelerar no caminho.
[435]Ele olhou um pouco para ela e, em seguida, afastou-se, e viu a espada dela estendida sobre a grama; assim ele foi a ela e pegou e trouxe-a para ela, e disse: ‘Tu ainda podes precisar desta amiga afiada.’ Assim ela a aceitou e colocou-a de volta dentro da bainha, tremendo um pouco por causa dele; tão débil e frágil como ela se sentia diante dele. Então ele disse: ‘Se tu consideras que tu tenhas um pouco para me recompensares, eu tenho um favor para te pedir, e, concedendo isso, nós deveremos ficar quites novamente.’ ‘Sim,’ ela disse fracamente, ‘e qual é esse favor?’ Ele disse: ‘Tu estás pressionada para partir agora, neste minuto?’ ‘Não,’ disse Birdalone, ‘não por uma hora, se não houve nenhum perigo de outros homens e... e...’ ‘E se eu for verdadeiro para ti e deixar-te-ei ir?’ disse ele, rindo; ‘há! Não é esta tua palavra? Nada temas, eu juro pelos teus olhos que tu deverás partir quando tu desejares. Agora então, o favor que eu desejo é que tu desejes sentar aqui ao meu lado e contar-me o conto da tua vida passada.’ Disse ela: ‘Cansa-me pensar nisso; contudo, tu tens um direito de desejar alguma coisa de mim, e isso não é difícil de conceder.’
E ela sentou-se perto dele; mas ele disse: ‘Faze isto para mim, tira teu capacete, uma vez que agora nós te sabemos uma mulher, ele não te serve para nada.’ Assim ela o fez, e começou o conto dela imediatamente, e contou-lhe tudo sobre ele, exceto quanto à esposa-do-bosque, e ele sentou-se ouvindo com atenção e observando o rosto dela; e quando ela tinha chegado a um final, ele disse: ‘Agora eu não deverei pedir nenhum favor de ti, embora eu intensamente anseie por isso; mas melhor é que nos separemos imediatamente, senão, talvez, eu ainda possa ser por te impedir.’
[436]Depois disso ele ficou de pé, e Birdalone também, e ele olhou para ela ansiosamente e disse: ‘Agora eu devo te desejar adeus, e é mais provável que eu nunca mais te veja novamente, portanto, eu ainda te suplicarei para deixar uma coisa sair de minha boca; pois eu considero-te a mais querida de todas as mulheres que eu vi.’ ‘O quê eu deverei dizer?’ disse Birdalone sorrindo para ele amavelmente; ‘tu tens de colocar a palavra em minha boca? Tu tens sido amigável comigo aqui, quando houve necessidade de amizade; portanto, eu digo, eu gostaria de te ver novamente, e tu em melhor lugar do que agora tu estás.’
O rosto do homem jovem brilhou, e ele disse: ‘Eu não disse que tu foste a mais querida de todas? Essa era a palavra mesma que eu colocaria em tua boca. Mas agora vê tu, alguém vai de uma coisa para outra, e agora eu tenho de te perguntar, há alguma coisa que tenhas uma intenção de me concederes antes que eu parta, alguma lembrança a qual eu não me atreva a pedir?’
Ela ruborizou e disse: ‘Com um bom coração eu te concederei meu arco e minhas flechas como uma recordação; considerando que o velho camarada disse que vós estais mal providos de equipamento de tiro.’
E ela teria tomado o arco dela das costas dela, mas ele riu alto e disse: ‘Não, não, eu não aceitarei isso; pois há aqueles que o coloca no cinto com uma espada e não sabem como o usar, mas poucos embaraçarão seus ombros com arco e aljava que não podem atirar com eles; eu considero provável que tu sejas uma terrível arqueira. Portanto, guarda eu arco, e, se tu fores sem nenhum outro presente, assim mesmo seja esse.’
[437]E ele fez como se tivesse se afastado; mas ela estendeu ambas as mãos e pegou a dele nelas, e ergueu o rosto dele e beijou-o amavelmente, e então, afastou-se para o bote dela; enquanto Otter permaneceu parado e disse em uma voz feliz: ‘Agora está melhor do que bem, pois, de todas as maneiras, tu és o quê eu desejo ter de ti, e não há nada semelhante a ti.’ E com isso, ele virou-se e partiu antes que Birdalone tivesse pisado dentro do Bote de Expedição, e, entrementes, ela ruborizando como uma rosa. Então ela realizou o sacrifício devido à criatura do bote-da-bruxa, e acelerou em seu caminho sem nenhum impedimento.
ORIGINAL:
MORRIS, W. The Water of the Wondrous Isles. New York, London, and Bombay: Longman, Green and Co, 1897. pp. 427-437. Disponível em: <https://archive.org/details/waterofwondrousi00morrrich/page/427/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
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