A Água das Ilhas Maravilhosas
Por William Morris
A Sexta Parte: Os Dias de Ausência
[503]Capítulo XXVIII Bons Dias na Casa do Amor
A manhã seguinte foi de momentos doces entre aqueles dois, e o que foi difícil e feroz do amor deles, eles pareciam ter deixado para trás deles. Uma alegria querida foi para Birdalone aquele dia para ocupar a si mesma com o cuidado de casa, e providenciar seja o que for que agora parecia, ou tinha parecido para ela em seus dias antigos, serem iguarias da sua agricultura no prado e no bosque, como creme e doces e fruta do bosque e mel, e pão fino produzido para esta ocasião mesma.
Além disso ela foi cuidadosa como uma mãe com uma criança para que ele não devesse cansar excessivamente a si mesmo com o sol do início do verão, mas antes seguir o córrego acima para dentro do bosque e deitar-se à sombra salpicada e descansá-lo inteiramente, como se não houvesse nada para ele fazer senão aceitar no descanso tudo que era feito para o serviço dele, tanto pela terra quanto pelas mãos e pés ágeis de Birdalone. E como ela estava obstinada em outras maneiras do cuidado dela, assim também este, que por nada àquela luz do dia ela iria de qualquer maneira desarrumada, não, nem tanto quanto a ir de pés descalços, embora ele suplicasse a ela intensamente sobre isso, e dissesse a ela que mais bela e mais doce ela era apenas em sua bata do que em qualquer outra vestimenta. Pois pela manhã ela ia no seu verde do bosque deixado descido até os tornozelos dela, e quando o dia consumia-se na direção da direção da tarde, e o vento chegava frio através da Grande Água, então ela arrumava-se em sua vestimenta maravilhosa que a esposa-do-bosque tinha dado a ela, e conduzia Arthur através dos [504]prados aqui e ali, e ia brilhando ao lado do homem envolto em negro ao longo da margem da água. E eles olhavam adiante para a Ilhota Verde e a Ilhota Rochosa, e permaneciam perto da baía rasa onde ela tinha se banhado aquelas vezes; ele foram adiante para angra sombria onde o Bote de Expedição costumava ficar, e onde ainda ficavam aduelas espalhadas dele; e então, ao longo dos prados, eles iam de extremidade a extremidade, descansando frequentemente em grama florida, até que os orvalhos começassem a cair e a lua lançasse sombras sobre o relvado. Então eles viajavam diretamente para casa; e novamente durante o caminho Birdalone tinha de simular para a diversão deles que a bruxa tinha voltado novamente, e estava esperando por ela para ser a tirana para ela; e Arthur participava do jogo dela, e beijava-a e agarrava-a, e então desembainhava a espada dele e dizia: ‘Por todos os santos, eu deverei arrancar a cabeça dela se ela apenas colocar um dedo em ti.’
Assim eles brincaram como duas crianças felizes até que chegaram à porta da casa, e Birdalone abria-a, e ele olhavam para dentro juntos e nada viam de ruim ali, exceto as sombras estranhas que a lua lançava a partir do banco para o piso. Então Birdalone puxava o seu amado para dentro, e ocupava-se acendendo as velas e apressando um pequeno fogo de cozinhar no meio da casa, até que a luz amarela perseguia a lua para longe da cama do desejo deles.
ORIGINAL:
MORRIS, W. The Water of the Wondrous Isles. New York, London, and Bombay: Longman, Green and Co, 1897. pp. 503-504. Disponível em: <https://archive.org/details/waterofwondrousi00morrrich/page/503/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
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