A Rainha da Appalachia
Por Joe H. Borders
Conteúdos
I. Wanted, a Gentleman Correspondent, 1
II. A Personal Meeting Evaded, 8
III. Paul and the Confidence Gang, 13
IV. To Meet At Last, 22
V. An Hour in a Wine Room, 28
VI. Her Mind a Blank, 38
VII. In the Toils of “Bad Ance,” 47
VIII. Mrs. Overton’s Charming Guest, 55
IX. A Surprise for Professor Brownlee, 61
X. Why Miss Arnold came to Princenton, 67
XI. The Brewing of a Scandal, 79
XII. “I am Jealous of that Woman!” 86
XIII. A Public Indignation Meeting, 90
XIV. Paul and his Mountain Mystery, 95
XV. A Panic-stricken Audience, 101
XVI. The Great Mystery Solved, 111
XVII. The Queen’s Fascinating Recital, 116
XVIII. On to Appalachia, 131
XIX. From Virginia to and through Hell’s Gate, 138
XX. A Garden of Eden, 146
XXI. Paul Unchaining the Truth, 156
XXII. Paul is cast into Prison, 166
XXIII. Angelina’s Proclamation, 172
XXIV. Tragic Scenes at the Palace, 178
XXV. The Queen of Appalachia, 189
XXVI. Exposure and Banishment, 201
XXVII. Miss Arnold makes a Confession, 206
XXVIII. Back to Earth: Paul and his Creditors, 211
XXIX. Paul Thornton, the Millionaire, 223
XXX. A Reception for the Dethroned Queen, 229
XXXI. The Result of Thought Transference, 234
XXXII. Sensational Surprise Party, 239
Nota Biográfica
O senhor Joe H. Borders, autor desta obra, tem sido um exitoso jornalista e escritor de contos por quase trinta anos. De fato, se a expressão pode ser usada, ele nasceu com uma pena em sua mão, sua carreira literária começando no seu décimo segundo ano, quando muitas dos seus rascunhos foram aceitos e publicados em vários periódicos. Desde aquele tempo, ele tem sido um escritor constante de contos, a sua reserva de ideias altamente originais sendo aparentemente inesgotável. Seu estilo, embora conciso, contudo, é suficientemente livre para que nunca se torne cansativo. Na “Rainha da Appalachia,” o sr. Borders faz seu primeiro apelo por favor popular como um romancista. Pelo irrefletido, o livro sem dúvida será considerado como uma história bem contada de um sonho bem pensado, e nada mais. Mas, para o leitor-estudante do livro, abre-se um novo campo de pesquisa – uma nova era de pensamento. Isso porque as questões apresentadas nele compelem o leitor a perguntar a si mesmo, “podem tais coisas existir?” e “por que elas não deveriam existir?” Isso sendo assim, é esperado que o irrefletido classificará o autor dele junto com outros sonhadores no mundo dos romances, enquanto, da mesma forma, o público reflexivo tem de conceder ao sr. Borders que ele abriu uma nova veia de pensamento religioso, apresentou uma nova economia política e sugeriu uma forma quase perfeita de governo civil. Nascido em Kentucky, há quarenta anos, o sr. Borders é maduro demais por nascimento, educação e inclinação para ser considerado um romancista ou sonhador indolente, e, embora ele seja modesto demais para reivindicar qualquer grande mérito literário no “Rainha da Appalachia,” o leitor deste romance do século XX descobrirá muito de valor literário real, assim como um interesse superior e nunca vacilante, no grande estudo de vida que ele apresenta.
OS EDITORES.
ORIGINAL:
BORDERS, J. H. The Queen of Appalachia. London, Montreal, New York: The Abbey Press Publishers, 1901. Disponível em: <https://archive.org/details/queenofappalachi00bord/page/n8/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
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