A Arte da Guerra na Idade Média 378-1515 d.C.
Por C. W. C. Oman
[v]Conteúdos
Introduction. 1
Chapter I The Transition from Roman to Mediaeval Forms in War (A.D. 378-582). 3-14
Chapter II. The Early Middle Ages (A.D. 476-1066). 15-27
Chapter III. The Byzantines and Their Enemies (A.D. 582-1071). 28-48
Chapter IV. The Supremacy of Feudal Cavalry (A.D. 1066-1346). 49-61
Chapter V. The Swiss (A.D. 1313-1515). 62-95
Chapter VI. The English and Their Enemies (A.D. 1272-1485). 96-123
Chapter VII. Conclusion. 124-134
[1]Introdução
A arte da guerra tem sido simplesmente definida como ‘a arte que possibilita a qualquer comandante derrotar as forças opostas a ele.’ Portanto, ela está associada com uma variedade enorme de assuntos: estratégia e tática são apenas dois dos seus ramos mais importantes. Além de lidar com disciplina, organização e armamento, ela é obrigada a investigar cada meio que pode ser adaptado para aumentar a eficiência física ou moral de um exército. O autor quem abriu sua obra com uma dissertação sobre ‘a idade que é preferível em um generalíssimo,’ ou ‘a altura média que o soldado de infantaria deveria alcançar1,’ estava lidando com a arte da guerra, não menos do que confinando a si mesmo a especulações puramente táticas.
A natureza complicada do assunto sendo levado em consideração, é evidente que um aspecto geral completo da história social e política de qualquer período seria necessário para explicar completamente o estado da ‘arte da guerra’ no momento. Essa arte tem existido, em uma forma rudimentar, desde o dia no qual dois grupos de homens primeiro se encontraram com raiva para resolver uma disputa pelo arbitramento da força. Todavia, em algumas épocas, as histórias social e a militar têm estado mais estritamente vinculadas do que em outras. No século presente, guerras são apenas episódios na existência de um povo: contudo, têm havido épocas quando a inteira organização nacional foi fundada sobre a suposição de um estado normal de conflito. Em tais casos, a história da raça e a sua ‘arte da guerra’ são uma e a mesma. Detalhar a constituição de Esparta ou da Alemanha antiga é fornecer pouco mais do que uma lista de instituições militares. Inversamente, falar das características da ciência militar delas envolve mencionar muitas das suas instituições políticas.
[2]Em época nenhuma essa interpretação foi mais completa do que na época que forma a parte central do nosso período. O feudalismo, em sua origem e seu desenvolvimento, teve um lado militar assim como social, e o seu declínio de modo nenhum não está afetado por considerações militares. Há um ponto de vista a partir do qual a sua história poderia ser descrita como ‘a ascensão, supremacia e declínio da cavalaria pesada como o principal poder na guerra.’ A uma certa extensão, a delineamento dessa tese formará o assunto das nossas pesquisas. É aqui que nós encontramos o fio que liga a história da arte militar na idade média em um todo conectado. Entre Adrianópolis, o primeiro, e Marignano, o último dos triunfos do cavaleiro medieval, estendem-se capítulos na história científica da guerra que nós estamos prestes a investigar..
ORIGINAL:
OMAN, C. W. C. The Art of War in the Middle Ages A.D. 378-1515. Oxford: B. H. Blackwell, 50 Broad Street; London: T. Fisher Unwin, 26 Paternoster Square, 1885. p. v-2. Disponível em: <https://archive.org/details/artofwarinmiddle00oman/page/n12/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
1[1]Cf. Vegetius e Maurice.
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