Mitologia de Bulfinch - Prefácios e Conteúdos

Mitologia de Bulfinch


Por Thomas Bulfinch


[iii]Prefácio dos Editores


Nenhuma nova edição da obra clássica de Bulfinch pode ser considerada completa sem alguma observação sobre o erudito americano a quem ampla erudição e cuidado diligente erguem-se como um monumento perpétuo. “A Idade da Fábula (The Age of Fable)” veio a ser classificada com livros mais velhos como “Pilgrim’s Progress,” “Gulliver’s Travels,” “The Arabian Nights,” “Robinson Crusoe,” e seis ou cinco outras produções de renome mundial como uma obra com a qual cada um tem de reivindicar alguma familiaridade antes que a sua educação possa ser chamada de realmente completa. Muitos leitores da edição presente provavelmente se lembrarão de entrarem em contato com a obra enquanto crianças, e, sem dúvida, pode ser acrescentado, descobrirão, a partir de uma leitura nova, a fonte de números bocados de conhecimento que permaneceram armazenados em suas mentes desde aqueles dias primevos. Contudo, para a maioria desse grande círculo de leitores e estudantes, o nome Bulfinch em si mesmo não tem nenhuma significância.

Thomas Bulfinch foi um nativo de Boston, Massachusetts, onde ele nasceu em 1796. A infância dele foi despendida nessa cidade, e ele preparou-se para a faculdade nas escolas de Boston. Ele terminou seu treinamento no Colégio de Harvard e, depois de receber sua graduação, foi professor em sua cidade natal por um período. Por um longo tempo depois na vida, ele foi empregado como um contado no Boston Merchants’ Bank. O seu tempo livre, ele usava para a pesquisa adicional dos seus estudos clássicos, os quais ele tinha começado em Harvard, e o seu prazer principal na via estava em escrever os resultados de sua leitura de uma forma simples, condensada, para leitores jovens ou ocupados. O plano ele seguiu nesta obra, para o conceder a maior utilidade possível, é proposto no Prefácio do Autor.

Bulfinch morreu em 1867, com a seguinte lista de livros para seu crédito: “Hebrew Lyrical History,” 1853; “The [iv]Age of Fable,” Primeira Edição, 1855; “The Age of Chivalry,” 1858; “The Boy Inventor,” 1860; “Legends of Charlamagne, or Romance of the Middle Ages,” 1863; “Poetry of the Age of Fable,” 1863; “Oregon and Eldorado, or Romance of the Tivers,” 1860.

Nesta edição completa do seu saber mitológico e lendário, “A Idade da Fábula (The Age of Fable),” “A Idade da Cavalaria (The Age of Chivalry)” e “Lendas de Carlos Magno (Legends of Charlemagne)” estão incluídas. Cuidado escrupuloso foi tomado para seguir o texto original de Bulfinch, mas atenção especial deveria ser chamada para algumas seções adicionais que foram inseridas para acrescentar à completude circular da obra, e as quais os editores acreditar que receberiam a sanção do autor mesmo, visto que, de maneira nenhuma, intrometer-se-ia no seu plano original, apenas simplesmente o levando a um detalhamento mais completo. A seção sobre Mitologia Nórdica foi alargada através de uma recontação do épico da “Nibelungen Lied,” junto com um sumário da versão de Wagner da lenda em sua série de dramas musicais. Sob a categoria de “Mitos Heroicos da Raça Britânica” foram incluídos esboços das histórias de Beowulf, Cuchulain, Hereward o Desperto, e Robin Hood. Dos extratos em verso que ocorrem por todo o texto, trinta ou mais foram acrescentados a partir de literatura que apareceu desde a época de Bulfinch, extratos que ele provavelmente teria citado tivesse ele supervisionado pessoalmente a nova edição.

Finalmente, o índice foi completamente revisado e, de fato, refeito. Todo os nomes próprios na obra tinham recebido entradas, com referências às páginas onde eles ocorrem, e uma explicação ou definição concisa de cada um foi fornecida. Dessa maneira, o que foi uma mera lista de nomes no original, foi alargada em um pequeno dicionário clássico e mitológico, o qual se espera que se provará valioso para propósitos de referência não necessariamente conectas com “A Idade da Fábula.”

Reconhecimentos são devidos aos escritos do dr. Oliver Huckel, para informação sobre a questão da interpretação da lenda dos Nibelungos, e o volume confiável de M. I. Ebbutt sobre “Hero Myths and Legends of the British Race,” a partir do qual muito da informação relativa aos heróis britânicos foi obtida.


[v]Prefácio do Autor


Se nenhum outro conhecimento merecer ser chamado de útil senão aquele que ajuda a alargar as nossas propriedades ou elevar a nossa posição na sociedade, então a mitologia não tem revindicação à denominação. Mas, se aquilo que tende a fazer-nos mais felizes e melhores pode ser chamado de útil, então nós podemos reivindicar esse epiteto para o nosso assunto. Pois a mitologia é a serva da literatura; e a literatura é uma das melhores aliadas da virtude e promotoras da felicidade.

Sem um conhecimento de mitologia, muito da literatura elegante da nossa própria língua não pode ser entendida e apreciada. Quando Byron chama Roma de “a Níobe das nações,” ou diz de Veneza, “Ela parece uma Cibele do mar, fresca do oceano,” ele convoca à mente de alguém familiar com o nosso assunto ilustrações mais vívidas e impressionantes do que o pincel poderia fornecer, mas que estão perdidas para o leitor ignorante em mitologia. Milton abunda em alusões similares. O curto poema “Comus” contém mais de trinta dessas, e a ode “On the Morning of the Nativity,” metade. Através de “Paradise Lost” elas estão profusamente espalhadas. Essa é uma razão porque nós frequentemente ouvimos pessoas de maneira nenhuma iletradas dizerem que elas não podem desfrutar de Milton. Mas devessem essas pessoas acrescentarem às suas mais sólidas aquisições a aprendizagem fácil deste pequeno volume, muito da poesia de Milton, a qual tem parecido para eles “severa e intrincada,” seria considerado “musical como é o alaúde de Apolo.” As nossas citações, tomadas de mais de vinte e cinco poetas, de Spenser a Longfellow, mostrarão quão geral tem sido a prática de tomar emprestadas ilustrações à mitologia.

Os escritores em prosa também fazem uso da mesma fonte de ilustração elegante e sugestiva. Dificilmente, alguém pode pegar um número da “Edinburgh” ou [vi]“Quarterly Review” sem encontrar instâncias. No artigo de Macaulay sobre Milton há vinte delas.

Mas, como a mitologia deve ser ensinada para alguém quem não a aprende através do meio das línguas da Grécia e de Roma? Dedicar estudo a uma espécie de conhecimento que se relaciona inteiramente a maravilhas falsas e fés obsoletas não deve ser esperado do leitor geral em uma época prática como esta. Até o tempo do jovem é reivindicado por tantas ciências de fatos e coisas que pouco pode ser poupado para tratados estabelecidos sobre uma ciência de mera fantasia.

Mas o conhecimento necessário do assunto pode ser adquirido pela leitura dos poetas antigos em tradução? Nós respondemos que o campo é extenso demais para um curso preparatório; e essas traduções mesmas requerem algum conhecimento prévio do assunto para as tornar inteligíveis. Que qualquer um que duvide disso leia a primeira página da “Aeneid,” e veja o que ele pode fazer de “o ódio de Juno,” o “decreto das Parcas,” o “julgamento de Paris,” e as “honras de Ganimedes,” sem esse conhecimento.

Deveria ser dito a nós que as respostas para tais perguntas pode ser encontradas em notas, ou através de uma referência ao Dicionário Clássico? Nós respondemos que a interrupção da leitura de alguém por qualquer um desses processos é tão incômoda que a maioria dos leitores deixa uma alusão passar não compreendida do que se submeter a eles. Além disso, tais fontes concedem-nos apenas os fatos secos sem nada do charme da narrativa original; e o que é o mito poético quando despido da sua poesia? A história de Ceix e Alcíone, a qual preenche um capítulo no nosso livro, ocupa apenas oito linhas no melhor dicionário clássico (o de Smith); e assim com as outras.

O nosso trabalho é uma tentativa de resolver esse problema, contando as histórias da mitologia de uma maneira tal quanto a torná-las uma fonte de diversão. Nós tentamos narrá-las corretamente, de acordo com autoridades antigas, de modo que quando o leitor encontrá-las referidas, ele possa não ficar perdido para reconhecer a referência. Desse modo, nós esperamos ensinar a mitologia não como um estudo, mas como um relaxamento do estudo; para conceder à nossa obra o encanto [vii]de um livro de histórias, contudo, através dele transmitir um conhecimento de um ramo importante da educação. O índice ao final adapta-lo-á aos propósitos de referência, e torna-lo-á um dicionário clássico para a sala de estar.

A maior parte das lendas em “Histórias de Deuses e Heróis” é derivada de Ovídio e Virgílio. Elas não são traduzidas literalmente, pois, na opinião do autor, poesia traduzida em prosa literal é leitura não muito atraente. Tampouco elas estão em verso, também por outras razões além de uma convicção de que traduzir fielmente sob todos os embaraços de rima e medida é impossível. A tentativa foi feita de contar as histórias em prosa, preservando tanto da poesia quanto reside nos pensamentos e é separável da linguagem mesma, e omitindo aquelas amplificações que não são adequadas para a forma alterada.

As histórias da mitologia nórdica são copiadas, com algum resumo, das “Northern Antiquities” de Mallet. Esses capítulos, com aqueles sobre mitologia oriental e egípcia, pareceram necessários para completar o assunto, embora acredite-se que esses tópicos usualmente não tenham sido apresentados no mesmo volume que as fábulas clássicas.

As citações poéticas são livremente introduzidas e espera-se que correspondam a vários propósitos valiosos. Elas cuidarão de fixar na memória o fato principal de cada história, ajudarão a alcançar uma pronúncia correta dos nomes próprios e enriquecerão a memória com muitas joias de poesia, algumas delas são tais que são muito frequentemente citadas ou aludidas na leitura e conversação.

Tendo escolhido mitologia enquanto conectada com literatura para nossa província, nós tentamos não omitir nada para o quê o leitor de literatura elegante é provável de encontrar ocasião. Aquelas histórias e partes de histórias que são ofensivas para o gosto puro e a boa moral não são dadas. Mas tais histórias não são frequentemente referidas, e, se elas ocasionalmente deveriam ser, o leitor em inglês não tem de sentir nenhuma mortificação em confessar sua ignorância delas.

O nosso trabalho não é para o instruído, nem para o teólogo, nem para os filósofos, mas para o leitor de [viii]literatura inglesa, de qualquer um dos sexos, quem deseja compreender as alusões tão frequentemente feitas por oradores públicos, preletores, ensaístas e poetas, e aquelas que ocorrem em conversação educada.


Nas “Histórias de Deuses e Heróis,” o compilador tentou transmitir os prazeres da aprendizagem clássica para o leitor em inglês, representando as histórias da mitologia pagã em uma forma adaptada ao gosto moderno. Em “Rei Arthur e seus Cavaleiros” e “O Mabinogeon” a tentativa foi feita para tratar da mesma maneira as histórias da segunda “Idade da Fábula,” a era que testemunhou a aurora de vários estados da Europa moderna.

Acreditou-se que essa apresentação de uma literatura, que tem influência sem rival sobre as imaginações dos nossos ancestrais, não será sem benefício para o leitor, em adição ao divertimento que ela pode propiciar. Os contos, embora não devam ser confiados pelos seus fatos, são dignos de todo o crédito enquanto retratos das maneiras; e deve ser considerado que o começo das maneiras e dos modos de pensamento de uma época são uma parte mais importante da sua história do que os conflito dos seus povos, geralmente conduzindo a nenhum resultado. Além disso, a literatura de romance é uma casa do tesouro de material poético, à qual poetas modernos frequentemente recorrem. Os poetas italianos, Dante e Ariosto, os ingleses, Spenser, Scott e Tennyson e os nossos próprios Longfellow e Lowell, são exemplos disso.

Essas lendas estão tão conectadas umas com as outras, tão consistentemente adaptadas a um grupo de personagens fortemente individualizados em Arthur, Lancelot e seus companheiros, e tão acesas pelos fogos da imaginação e invenção, que elas parecem tão bem-adaptadas para o propósito do poeta quanto às lendas da mitologia grega e romana. E se cada jovem bem-educado é esperado conhecer a história do Velo de Ouro, porque é a busca do Sangreal menos digna da sua familiaridade? Ou se uma alusão ao escudo de Aquiles não deve passar [ix]não compreendida, porque deveria uma à Excalibur, a famosa espada de Arthur?-


De Arthur, quem, a luz superior restaurada,

Com aquela espada terrível,

A qual ele ainda brande para guerra futura,

Deverá erguer a fama do seu país acima da estrela polar.”1


É uma recomendação adicional ao nosso tema que ele tente a nutrir em nossas mentes a ideia da fonte a partir da qual nós brotamos. Nós temos direito à parte completa nas glórias e memórias da terra dos nossos ancestrais, até o tempo da colonização a partir de lá. As associações que surgem a partir dessa fonte têm de ser frutíferas de boas influências; entre as quais não menos valiosa é o prazer intensificado que tais associações propiciam ao viajante americano quando ele visita a Inglaterra e coloca o pé em qualquer uma das suas localidades renomadas.


As lendas de Carlos Magno e seus pares são necessárias para completar o assunto.

Em uma era, quando as trevas intelectuais envolveram a Europa ocidental, uma constelação de escritores brilhantes surgiu na Itália. Desses, Pulci (nascido em 1432), Boiardo (1434) e Ariosto (1474) tomaram por seus assuntos as fábulas românticas que tinham sido transmitidas por muitas épocas nas lais de bardos e lendas de cronistas monásticos. Essas fábulas, eles arranjaram em ordem, adornaram com os embelezamentos da fantasia, amplificaram a partir da sua própria invenção, e marcaram com imortalidade. Seguramente pode ser afirmado que, enquanto a civilização dever perdurar, essas produções reterão seu lugar entre as criações mais queridas do gênio humano.

Em “Histórias de Deuses e Heróis,” “Rei Arthur e seus Cavaleiros” e “O Mabinogeon” o objetivo foi suprir o leitor moderno com aquele conhecimento das fábulas clássicas e da literatura medieval que são necessários para tornar inteligíveis as alusões que ocorrem na leitura e conversação. As “Lendas de Carlos Magno” foram [x]projetadas para levar a cabo o mesmo desígnio. Como as porções anteriores da obra, ela aspira a um caráter mais elevado do que aquele de uma peça de entretenimento. Ela reivindica ser útil na familiarização dos seus leitores com os temas das produções dos grandes poetas da Itália. Algum conhecimento dessas é esperado de todo jovem bem educado.

Na leitura desse romances, nós não podemos deixar de observar como as invenções primitivas têm sido usadas, de novo e de novo, por gerações sucessivas de fabulistas. A sereia de Ulisses é o protótipo da sereia de Orlando, e o caráter de Circe reaparece em Alcina. As fontes do Amor e do Ódio podem ser rastreadas à história de Cupido e Psiqué; e efeitos similares produzidos por uma bebida mágica aparecem no conto de Tristão e Isolda, e, substituindo a bebida por uma flor, em “Midsummer Night’s Dream” de Shakspeare. Há muitas outras instâncias do mesmo tipo que o leitor reconhecerá sem a nossa assistência.

As fontes de onde nós derivamos essas histórias são, primeiro, os poetas italianos nomeados acima; em seguida, os “Romans de Chevalerie” do Conde Tressan; por último, certos recolhedores alemães de contos populares. Alguns capítulos foram tomados emprestados às traduções dos poetas italianos por Leigh Hunt. Pareceu desnecessário fazer novamente o que já tinha sido feito tão bem; contudo, por outro lado, essas histórias não poderiam se omitidas da série sem a deixar incompleta.


THOMAS BULFINCH.


CONTEÚDOS2


STORIES OF GODS AND HEROES

Capítulo I Introdução 1

Capítulo II Prometeu e Pandora 12

Capítulo III Apolo e Dafne, Píramo e Tisbe, Céfalo e Prócris 19

Chapter IV. Juno and her Rivals, Io and Callisto — Diana and Actaeon — Latona and the Rustics 28

Chapter V. Phaëton 38

Chapter VI. Midas — Baucis and Philemon 46

Chapter VII. Proserpine — Glaucus and Scylla 52

Chapter VIII. Pygmalion — Dryope — Venus and Adonis — Apollo and Hyacinthus 62

Chapter IX. Ceyx and Halcyone 69

Chapter X. Vertumnus and Pomona — Iphis and Anaxarete 76

Chapter XI. Cupid and Psyche 80

Chapter XII. Cadmus — The Myrmidons 91

Chapter XIII. Nisus and Scylla — Echo and Narcissus — Clytie — Hero and Leander 98

Chapter XIV. Minerva and Arachne — Niobe 107

Chapter XV. The Graeae and Gorgons — Perseus and Medusa — Atlas — Andromeda 115

Chapter XVI. Monsters: Giants — Sphinx — Pegasus and Chimaera — Centaurs — Griffin — Pygmies 122

Chapter XVII. The Golden Fleece — Medea 129

Chapter XVIII. Meleager and Atalanta 138

Chapter XIX. Hercules — Hebe and Ganymede 143

Chapter XX. Theseus and Daedalus — Castor and Pollux — Festivals and Games 150

Chapter XXI. Bacchus and Ariadne 160

Chapter XXII. The Rural Deities — The Dryads and Erisichthon — Rhoecus — Water Deities — Camenae — Winds 166

Chapter XXIII. Achelous and Hercules — Admetus and Alcestis — Antigone — Penelope 177

Chapter XXIV. Orpheus and Eurydice — Aristaeus — Amphion — Linus — Thamyris — Marsyas — Melampus — Musaeus 185

Chapter XXV. Arion — Ibycus — Simonides — Sappho 194

Chapter XXVI. Endymion — Orion — Aurora and Tithonus — Acis and Galatea 204

Chapter XXVII. The Trojan War 211

Chapter XXVIII. The Fall of Troy — Return of the Greeks — Orestes and Electra 227

Chapter XXIX. Adventures of Ulysses — The Lotus-eaters — The Cyclopes — Circe — Sirens — Scylla and Charybdis — Calypso 239

Chapter XXX. The Phaeacians — Fate of the Suitors 247

Chapter XXXI. Adventures of Aeneas — The Harpies — Dido — Palinurus 258

Chapter XXXII. The Infernal Regions — The Sibyl 266

Chapter XXXIII. Aeneas in Italy — Camilla — Evander — Nisus and Euryalus — Mezentius — Turnus 276

Chapter XXXIV. Pythagoras—Egyptian Deities — Oracles 288

Chapter XXXV. Origin of Mythology — Statues of Gods and Goddesses — Poets of Mythology 300

Chapter XXXVI. Monsters (modern) — The Phoenix — Basilisk — Unicorn — Salamander 310

Chapter XXXVII. Eastern Mythology — Zoroaster — Hindu Mythology — Castes — Buddha — The Grand Lama — Prester John 318

Chapter XXXVIII. Northern Mythology — Valhalla — The Valkyrior 328

Chapter XXXIX. Thor's Visit to Jotunheim 337

Chapter XL. The Death of Baldur — The Elves — Runic Letters — Skalds — Iceland — Teutonic Mythology — The Nibelungen Lied — Wagner's Nibelungen Ring 343

Chapter XLI. The Druids — Iona 358


KING ARTHUR AND HIS KNIGHTS

Chapter I. Introduction 367

Chapter II. The Mythical History of England 378

Chapter III. Merlin 389

Chapter IV. Arthur 394

Chapter V. Arthur (Continued) 405

Chapter VI. Sir Gawain 414

Chapter VII. Caradoc Briefbras; or, Caradoc with the Shrunken Arm 418

Chapter VIII. Launcelot of the Lake 424

Chapter IX. The Adventure of the Cart 435

Chapter x. The Lady of Shalott 441

Chapter XI. Queen Guenever's Peril 445

Chapter XII. Tristram and Isoude 449

Chapter XIII. Tristram and Isoude (Continued) 457

Chapter XIV. Sir Tristram's Battle with Sir Launcelot 464

Chapter XV. The Round Table 467

Chapter XVI. Sir Palamedes 472

Chapter XVII. Sir Tristram 475

Chapter XVIII. Perceval 479

Chapter XIX. The Sangreal, or Holy Graal 486

Chapter XX. The Sangreal (Continued) 491

Chapter XXI. The Sangreal (Continued) 497

Chapter XXII. Sir Agrivain's Treason 507

Chapter XXIII. Morte d'Arthur 515


THE MABINOGEON

Chapter Introductory Note 527

Chapter I. The Britons 529

Chapter II. The Lady of the Fountain 534

Chapter III. The Lady of the Fountain (Continued) 539

Chapter IV. The Lady of the Fountain (Continued) 546

Chapter V. Geraint, the Son of Erbin 553

Chapter VI. Geraint, the Son of Erbin (Continued) 564

Chapter VII. Geraint, the Son of Erbin (Continued) 572

Chapter VIII. Pwyll, Prince of Dyved 583

Chapter IX. Branwen, the Daughter of Llyr 589

Chapter X. Manawyddan 597

Chapter XI. Kilwich and Olwen 508

Chapter XII. Kilwich and Olwen (Continued) 620

Chapter XIII. Taliesin 626


HERO MYTHS OF THE BRITISH RACE

Beowulf 635

Cuchulain, Champion of Ireland 637

Hereward the Wake 641

Robin Hood 643


LEGENDS OF CHARLEMAGNE

Introduction 647

The Peers, or Paladins 656

The Tournament 664

The Siege of Albracca 672

Adventures of Rinaldo and Orlando 683

The Invasion of France 693

The Invasion of France (Continued) 702

Bradamante and Rogero 712

Astolpho and the Enchantress 721

The Orc 732

Astolpho's Adventures continued, and Isabella's begun. 739

Medoro 745

Orlando Mad 753

Zerbino and Isabella 760

Astolpho in Abyssinia 769

The War in Africa 777

Rogero and Bradamante 788

The Battle of Roncesvalles 801

Rinaldo and Bayard 814

Death of Rinaldo 819

Huon of Bordeaux 825

Huon of Bordeaux (Continued) 832

Huon of Bordeaux (Continued) 842

Ogier, the Dane 848

Ogier, the Dane (Continued) 856

Ogier, the Dane (Continued) 863


ORIGINAL:

BULFINCH, T. Bulfinch's Mythology: The Age of Fable, The Age of Chivalry & Legends of Charlamagne. By Thomas Bulfinch. Complete in One Volume. Revised and Enlarged, with Illustrations. New York: Thomas Y. Crowel Company Publishers, 1913. p. iii-x. Disponível em: <https://archive.org/details/bulfinchsmytholo0000thom_q8l3/page/n8/mode/1up>


TRADUÇÃO:

EderNB do Blog Eidonet

Licença: CC BY-NC-SA 4.0


1[ix]Wordsworth.

2Esta seção serve como índice para as postagens com os capítulos. A medida que as traduções forem postadas, links para as mesmas serão adicionados nos locais correspondentes.

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