[125]Logo depois, o som vazio do chifre do guardião, a partir da sentinela sobre o portão da muralha, proclamou a hora do meio-dia, e todos eles se reuniram para a refeição na câmara de banquete. Esse apartamento ficava no andar térreo e era separada do salão principal apenas por uma parede interna. A casa, erigida no tempo dos antigos, não foi projetada para o presente estilo de vida; de fato, ela possuía muitos confortos e conveniências que agora eram escassamente encontradas nos mais belos palácios, mas ela carecia da liberalidade de construção que nossos arquitetos agora têm em vista.
[126]Na frente, havia originariamente apenas duas salas, extensas para aqueles dias antigos, mas não tão suficientemente para os nossos. Portanto, um deles tinha sido alargado, jogando dentro dele um quarto dos fundos e parte da entrada, e, mesmo assim, não era suficientemente longo para os retentores do Barão, e, em ocasião de festa um barracão de madeira era construído em frente, e até a janela, para continuar, por assim dizer, o apartamento fora das portas. Trabalhadores estavam ocupados construindo esse barracão quando eles chegaram.
O segundo apartamento reteve a sua antiga forma, e era usado como sala de jantar em dias ordinários. Ele era iluminado por uma janela grande, agora aberta para que o doce ar da primavera pudesse entrar, janela que era o orgulho da Baronesa, pois ela continha mais vidro verdadeiro do que em qualquer janela do palácio do Princípe. O vidro produzido agora não era transparente, apenas meramente translúcido; de fato, ele admite luz segundo uma forma, mas é espesso e não se pode ver através deles. Esses painéis eram quase todos (os da armação central inteiramente) de vidro antigo, preservados com o maior carinho através dos longos anos passados.
Três mesas foram arranjadas em um quadrado aberto; as cadeiras de carvalho do Barão e da Baronesa encaravam a janela, os convidados sentaram-se em outras mesas lateralmente às deles, os servos moviam-se pelo lado exterior e, dessa forma, colocavam a comida diante deles sem os empurrar ou incomoda-los. Uma quarta mesa foi colocada em um canto, entre a lareira e a janela. Nela sentaram-se a velha ama, a governanta (frequentemente se levantando para dar ordens aos servos), e o homem de confiança do Barão, quem ensinara ele a cavalgar, [127]mas agora, grisalho e idoso, não poderia montar sem assistência e há muito deixara o serviço ativo.
Já oito ou nove convidados chegaram, além de Felix e Oliver. Alguns tinham cavalgado uma grande distância pare estarem no Dia da Casa. Todos eles eram nobres, ricamente trajados; um ou dois dos mais velhos eram homens ricos e poderosos, e o mais jovem era o filho e o herdeiro do Conde de Essiton, quem então era o favorito na Corte. Cada um tinha vindo com seus criados pessoais; o jovem Lorde Durand trouxe com ele vinte e cinco retentores, e seis cavalheiros amigos, todos os quais ficaram alojados na cidade, os cavalheiro comendo no castelo ao mesmo tempo que o Barão, mas, devido à falta de espaço, em outro apartamento para eles mesmos. Durand foi colocado, ou antes, quietamente se colocou em um assento perto da Lady Aurora, e, de todos os homens presentes, certamente não havia nenhum mais galante e nobre do que ele.
Seus olhos negros, seu cabelo ondulado, curto, mas trazido em um cacho espesso sobre sua testa, seus lábios eram bem formados, seu queixo, redondo e um pouco proeminente, o bigode leve (nenhum outro pelo sobre seu rosto), formavam o ideal mesmo do que muitas mulheres procuravam em um homem. Mas era sua conversação vivaz, brilhante, a maneira pela qual a sua compleixão levemente morena corava com animação, a certeza imprudente e, todavia, cordialidade generosa de suas maneiras, e, de fato, dos seus sentimenos, que lhe concederam a reputação merecida de ser a flor mesma dos nobres.
Com uma semelhante reputação, amparada pela grande riqueza e poder do seu pai, cavalheiros competiam uns contra os outros [128]para intensificarem seu treino; ele não poderia, de fato, entreter tudo que surgia, e frequentemente era assediado por uma multidão quase tão grande quanto o Príncipe mesmo. Ele tomou como direito dele a cadeira próxima de Aurora, a quem, de fato, ele tinha estado prestando incessante atenção durante toda a manhã. Ela estava rindo sinceramente, enquanto ela se sentava, de algum gracejo dele sobre uma beleza da Corte.
Os anciãos foram colocados mais alto nas mesas, e mais próximos do anfitrião, mas, para a surpresa de todos, e não menos de si mesmo, Oliver foi convidado pelo Barão para se sentar ao seu lado. Oliver não pôde entender esse sina especial de favorecimento; os outros, embora orgulhosos demais para, por um momento, ressentirem o que eles poderiam ter considerado uma desfeita sobre eles, imediatamente começaram a pesquisarem suas mentes por uma razão. Eles conheciam o Barão como uma velho intrigante; eles acrescentaram um significado, intencionado ou não, à sua menor ação.
Felix, expulso pela multidão, por assim dizer, e despercebido, foi forçado a tomar seu assento na extremidade da mesa mais próxima que punham à parte, no canto para os servidores idosos e honrados da família. Apenas uns poucos pés intervinham entre ele e o idoso homem de confiança; e ele não pôde senão ouvir a conversa deles entre eles mesmos, sussurada como ela era. Ele apenas tinha apertado as mãos de Aurora; a multidão na sala de estar e as atenções acentuadas de Durand evitaram a troca de uma única palavra entre eles. Como usual, a sensação de negligência e injúria, sobre o qual ele por tanto tempo meditava com pouca ou nenhuma causa (é claro, considerado a posição dele e que o mundo apenas pode [129]ver nossa pele e não nossos corações), sob essas circunstâncias inteiramente acidentais, surgiu novamente no interior dele, e cegaram-no para o estado atual de coisas.
O assento dele, o mais baixo, e o mais próximo dos serviçais, era em si mesmo uma sinal da baixa estima com a qual ele era considerado. O Lord Durand tinha sido colocado próximo a Aurora, como uma insinuação direta para ele não se atrever. Sem dúvida, Durand tinha estado no castelo muitos vezes, não improvavelmente já tinha sido aceito pelo Barão, e não inteiramente recusado por Aurora. Como um fato, embora encantado pela beleza e conversa dela, a presença de Durand devia-se inteiramente à vontade do pai dele, o Conde, quem desejava manter relações amistosas com o Barão Thyma, e, mesmo assim, ele não teria vindo não houvesse o clima adorável convidado-o a cavalgar dentro da floresta.
Contudo, isso estava tão longe da verdade que, embora a sua presença fosse acidental, todavia, ele estava tornando-se rapidamente fascinado por alguém, quem, embora ela fosse uma garota, era mais forte de mente do que ele. Agora Aurora, sabendo que o olho do pai estava sobre ela, não se atrevia a olhar na direção de Felix, com medo de que, através de uma conduta aberta e pronunciada, ela devesse ser a causa dele ser informado de que sua presença não era desejável. Ela sabia que o Barão apenas necessitava de uma pretexto para interferir, e estava ansiosava para evitar propiciar-lhe uma chance.
Felix, vendo que o olhar dela se curvava para baixo ou na direção do companheiro dela, e absolutamente nunca se voltava para ele, naturalmente, mas muito precipitadamente, concluía que ela tinha estado deslumbrada por Durand e pela possibilidade de uma aliança com a sua poderosa família. Ele estava descartado, sem valor, e era de [130]nenhuma consideração; ele nada tinha exceto sua espada; ou melhor, ele não tinha uma espada, ele era apenas um arqueiro, um soldado de infantaria. Irritado, invejoso, e ardendo com mágoa interior, desprezando a si mesmo, uma vez que todos o desprezaram, escassamente capaz de permanecer à mesa, Feliz estava quase fora de si mesmo, e não respondia nem prestava atenção às observações dos cavalheiros sentando-se próximos a ele, quem o degradavam como um rústico mal-educado.
De fato, pelo bem da formalidade, ele colocou os lábios no copo de alça dupla de boa cerveja, o qual continuamente circulava em torno da mesa, e nunca era permitido de ser baixado; um criado nada tinha a fazer senão cuidar para que o seu progresso nunca parasse. Mas ele não bebeu nada, e não comeu nada; ele não conseguia engolir. Quão visionário, quão fraco e débil parecia agora o esquema selvagem da canoa e da viagem proposta! Mesmo se devesse ser exitoso, anos precisam passar-se antes que ele pudesse realizar alguma coisa substancial; enquanto aqui estavam homens que realmente tinham o que ele apenas poderia pensar ou imaginar.
A corrente de prata ou o cinto da espada de Durand (a espada e a adaga não eram usadas no banquete, nem na casa; elas foram recebidas pelo mestre de cerimônias, e foram depositadas sob o cuidado dele, uma precaução contra brigas), sólidas ligações de prata passando sobre o ombro dele, eram coisas reais. Toda a magnificiência que ele poderia convocar através do exercício de sua imaginção, era apenas imaginação; um sonho não mais devia ser visto por outros do que pelo ar mesmo.
A refeição prosseguiu, e a conversa tornou-se mais barulhenta. A truta, o frango, o cordeiro ao tomilho (capturado em armadilha, nas colinas pelos pastores), os ovos de tarambola, o lombo de vaca, a [131]pastelaria (a Baronesa mesma superintendeu a produção dela), toda a profusão na mesa, antes o colocavam contra a comida do que o tentavam. Nem pôde ele beber a gota minúscula, por assim dizer, do conhaque antigo, enviado em volta para cada convidado na conclusão, líquido tão precioso quanto o ouro, pois ele fora herdado dos antigos e, quando uma vez o barril estivesse vazio, ele não poderia ser reabastecido.
A sobremesa, os morangos, as nozes e nogueiras, cuidadosamente preservadas com um pouco de sal, e mexidos no cesto de tempos em tempos para que eles não pudessem se tornar mofados, as maças, o mel no favo com fatias de pão branco, nada o agradava. Nem ele bebia nada, de outra maneira que o gole exigido pela cortesia, do vinho fino de Gloucestar, custoso como ele era, crescido no vinhedo lá, e embarcado através do Lago, e tornado ainda mais caro pelo risco de piratas. Ele era vertido dentro de garrafões de madeira de bordo, os quais, como o copo de faiança para cerveja, nunca eram permitidos tocarem a mesa até que o jantar estivesse terminado.
Cansadamente o tempo passava; Felix lançava o olhar mais e mais frequentemente para o céu, visto através da janela, ansiosamente desejando escapar e, pelo menos, ficar sozinho. Finalmente (quão longo isso pareceu!) o Barão levantou-se e imediatamente o restante fez o mesmo, e eles beberam à saúde do príncipe. Em seguida, um criado trouxe uma pilha de cigarros em uma bandeja de madeira talhada, como um grande prato, mas com um reborbo. “Esses,” disse o Barão, novamente se erguendo (o sinal para todos interromperem a conversação e ouvirem), “são um presente de amigo nobre e gracioso, o Conde de Essiton” (ele olhou na direção de [132]Durand), “não menos amavelmente trasnportado por Lorde Durand. Eu poderia ter providenciado apenas o nosso próprio tabaco grosseiro; mas esses são os melhores Devon.”
Agora, as ladies deixaram a mesa, Aurora acompanhada por Durand, a Baronesa, por Oliver. De fato, Oliver estava nos mais elevados ânimos; ele tinha comido sinceramente de tudo, especialmente do doce cordeiro a tomilho, e bebeu tão livremente. Ele estava em seu elemento, seu riso era o mais alto, sua conversa, a mais vívida. Imediatamente Durand retornou (ele fora-se mesmo uma parte do caminho escada acima na direção da sala de estar com Aurora, uma coisa um pouco contra a etiqueta) ele tomou sua cadeira, a formalidade estando agora em um fim, e colocou-a ao lado de Oliver. Eles pareciam tornar-se amigos imediatamente, por simpatia de mente e gosto.
Em torno deles, o restante gradualmente se agrupou, de maneira que logo Felix, quem não se moveu, encontrou-se sentando-se sozinho no fim extremo da mesa; bastante separado, pois os velhos retentores, quem jantaram à mesa separada, deixaram o apartamento quando o vinho foi trazido. Livre da restrição pelas ladies, a conversa agora se tornava extremamente barulhenta, a fumaça azul dos longos cigarros enchia o grande apartamento; um apenas remanecia intocado, que se colocava diante de Felix. Subitamente ocorreu a ele que, sentado dessa maneira, sozinho e separado, ele deveria atrair atenção; portanto, ele puxou sua cadeira para a beira do grupo, mas permaneceu silente, e tão distante quanto sempre. Logo a chegada de mais cinco convidados causou um rebuliço e uma confusão, no meio da qual ele escapou para o ar aberto.
Ele perambulou na direção do portão da muralha, passando o [133]barracão de madeira onde o tinido ressoava, deu uma olhada no relógio de sol, o qual mostrava a hora das três (por três horas cansativas tinham eles festejado), e saiu para os jardins. Ainda caminhando, ele desceu a encosta e, não prestando muita atenção para ele estava indo, tomou a estrada que conduzia para dentro da cidade. Ela consistia de aproximadamente uma centena ou mais de casas, construídas de madeira e com teto de palha, posicionadas sem plano ou arranjo sobre o banco de areia do riacho. Apenas uma longa rua corria através dela, o resto era meras estradas menores.
Todas elas eram habitadas pelos retentores do Barão, mas o número e a extensão aparentemente pequena das casas não forneciam dados corretos do montante atual da população. Nesses dias, o povo (como é bem conhecido) encontra muita dificuldade em casar; parece apenas possível para uma certa proporção casar, e, consequentemente, sempre há um grande número de homens jovens ou solteiros fora de toda proporção para as casas. Ao som da corneta, o Barão poderia contar com, pelo menos, trezentos homens se reunindo sem um atraso de um minuto para guarnecer a muralha; em uma hora, mais chegariam a partir de lugares distantes, e, pelo anoitecer, se as convocações partissem pela manhã, os seus pastores e guardadores de porco chegariam, e esses juntos adicionariam aproximadamente cento e cinquenta à guarnição.
Em seguida, têm de ser reconhecidos os servos armados da casa, os auxiliares pessoais do Barão, os cavalheiros que formam a comitiva dele, os filhos dele, as relações masculinas da família; esses certamente não eram menos do que cinquenta. No todo, mais de quinhentos homens, bem armados e acostumados ao uso de suas armas, organizar-se-iam [134]sob o estandarte dele. Dois dos prédios na cidade eram de tijolo (o material transportado para lá, pois não havia nem argila nem pedra lá por perto); eles não estavam muito distantes. Um era a Casa de Pedágio, onde todos os mercadores ou comerciantes pagavams os impostos devidos em milho ou espécie ao Barão; a outra era a Casa de Tribunal, onde ele se sentava para administrar a justiça e decidir causas, ou para enviar o criminoso à forca.
Apenas esses dos prédios eram de alguma idade, pois as casas de madeira estavam extremamente sujeitas à destruição pelo fogo, e duas vezes na época do Barão metade da vila tinha sido deitada às cinzas, apenas para se erguer novamente em umas poucas semanas. A maderia era tão abundante e tão fácil de acessar, que parecia uma perda de trabalho buscar pedra ou tijolo, ou usar as pederneiras das colinas. Em torno das portas de duas pousadas havia grupos reunidos de pessoas; entre elas, os librés dos nobres visitando o castelo eram notáveis; o lugar estava cheio deles, os estábulos estavam cheios, e os cavalos deles estavam amarrados sob as árvores, e até na rua.
A cada minuto, os números aumentavam, conforme outros chegavam; homens (quem obtiveram permissão de seus lordes) também chegavam a pé, dez ou doze viajando juntos para proteção mútua, pois as contendas dos mestres deles os expunham a ataques frequente. Todos (exceto os nobres) eram desarmados na barreria pelo guardião e a guarda, para que a paz pudesse ser preservada na cercada. No momento, o povo pelo qual ele passou estava observando a descida de três carroções cobertos a partir da trilha na floresta, através da qual estava viajando as ladies de tantas famílias nobres.
[135]De fato, alguns dos mais jovens e mais ousados cavalgavam a cavalo, mas as ladies moviam-se principalmente nesses carroções, os quais eram ajustado com conforto considerável, e eram necessários para dormir quando o acampamento é formado à beira do camino à noite. Ninguém o notou enquanto ele caminhava, exceto um grupo de três garotas de cabana e uma serva, uma auxiliar de uma dama visitante no castelo. Ele ouviu-as aludir a ele; ele acelerou o passo, mas ouviu uma dizer, “Ele é um ninguém, ele nem mesmo conseguiu um cavalo.”
“Sim, ele é,” respondeu a serva; “ele é o irmão Oliver; e eu posso contar a você que meu lorde Oliver é alguém; a Princesa Lucia -” e ela fez o movimento de beijar com os lábios. Felix, envergonhado e magoado ao último grau, caminho rapidamente para longe do lugar. Contudo, a serva estava certa em uma medida; o favorecimento real ou suposto demonstrado a Oliver pela irmã do Príncipe, a Duquesa de Deverell, começara a ser conhecido no exterior, e essa era a razão pela qual o Barão demonstrara a Oliver uma atenção tão grande e tão marcada, maior mesmo que ele prestara ao Lorde Durand.
Completamente bem ele conhecia a influência extraordinária possuída por ladies de classe e posição sociais. A partir do que nós podemos entender dos registros escassos do passado, era assim mesmo nos dias dos antigos; é umas cem vezes mais nestes tempos, quando, embora todo nobre deve de necessidade ser ensinado a ler e escrever, como uma questão de fato, os homens não fazem nem uma coisa nem outra, mas toda a correspondência de reis e príncipes, e os documentos e notícias diplomáticas e assim por diante, são um e todos, quase sem uma única exceção, compostos [136]por mulheres. Elas conheciam o segredo e os motivos ocultos das cortes, e tinham esta grande vantagem, que elas podem usar seu conhecimento sem medo pessoal, uma vez que nunca se interfere seriamente com mulheres, mas elas são protegidas por todos.
A única terrível e completamente vergonhosa instância para o contrário não ocorrera à época da qual nós agora estamos falando, e era e ainda é repudiada por cada homem, desde o cavaleiro aos meninos que coletam bolotas para os suínos. Oliver mesmo não tinha nenhuma ideia que fosse de que ele era considerado como um amante favorito da Duquesa; ele aceitou a acolhida que foi estendida a ele como perfeitamente honesta. Simples, direto e honesto, Oliver tinha sido tratado diferentemente por uma rainha, teria abstido-se de conceder a si mesmo um ar de uma razão tão grande. Mas o Barão, profundo em tantas intrigas neste ano, olhava mais profundamente dentro das possibilidades do futuro quando ele mantinha o jovem cavaleiro ao seu lado.
ORIGINAL:
JEFFERIES, R. After London; or, Wild England. London: Duckworth & Co, 1905. p.125-136. Disponível em: <https://archive.org/details/afterlondonorwil00jeffuoft/page/125/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
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