[106]Quando a canoa estava terminada, Oliver veio para ajudar Felix a lançá-la, e eles rolaram-na abaixo, sobre tora, para o lugar onde o riacho formava uma lagoa. Mas, quando ela estava a boiar, como Oliver predissera, ela não flutuou direito na água. Ela não fora formada precisamente, e um lado ficou mais alto do que o outro sobre a água.
Felix ficou tão aborrecido com sua falha que ele não ouviria nada do que Oliver pudesse sugerir. Ele caminhou de volta para o lugar onde ele trabalhara por tantas semanas e sentou-se com o rosto virado para longe da lagoa. Não era tanto a circunstância atual que o deprimia, como o longo séquito de incidentes desagradáveis que a precederam pelos anos passados. Esses pareciam ter se acumulado, até que, agora, esta comparativamente pequena contrariedade foi como a última bagatela.
[107]Oliver seguiu-o e disse que o efeito poderia ser remediado colocando um lastro no lado mais leve da canoa para o baixar ao nível do outro; ou, talvez, se mais alguma madeira fosse cortada do lado mais pesado, isso o causaria a se elevar. Ele ofereceu-se para fazer o trabalho, mas Felix, em seu humor sombrio, não desejava o responder. Oliver retornou à lagoa e, alcançando a canoa, empurrou-a para cima e para baixo do córrego. Ela respondia perfeitamente e podia ser facilmente conduzida; o defeito era mais aparente que real, pois, quando uma pessoa se sentava na canoa, o peso dela parecia trazê-la quase nivelada.
Era apenas quando vazia eu ela inclinava-se para um lado. Ele veio novamente a Felix, e apontou isso para ele. A tentativa foi inútil; o bote podia atender ao propósito perfeitamente bem, mas ele não era o bote que Felix pretendera que ele fosse. Ele não se aproximou de seu ideal.
Agora Oliver ficou um pouco incomodado com taciturno silêncio de Felix, assim, ele puxou a canoa parcialmente para a praia, para evitar que ela flutuasse para longe, e deixou-o para si mesmo.
Nada mais foi dito sobre isso por um ou dois dias. Felix não se aproximou do lugar onde ele trabalhara tão pesado e por tanto tempo, mas, no sábado, Philip chegou em casa, como usual, e, como agora não havia segredo sobre a canoa, desceu com Oliver para a observar. Eles empurraram-na, e flutuaram por duas ou três milhas córrego abaixo, rebocando-a para a costa passado o abeto caído, e então, com uma corda, sirgaram-na novamente. A canoa, com exceção da deficiência insignificante aludida, era boa e completamente aproveitável.
[108]Eles tentaram novamente restaurar a opinião de Felix sobre isso, e, uma ideia ocorrendo a Philip, ele disse que um plano principal seria adiciona uma forquilha de brandal e, assim, balanceá-la perfeitamente. Mas, usualmente rápido para adotar ideias quando elas eram boas, neste caso, Felix estava muito contrariado consigo mesmo. Ele não daria ouvidos a nada. Ainda assim, ele não pôde banir isso de sua mente, embora agora envergonhado de retornar a isso após tão obstinadamente recusar todas as sugestões. Ele caminhou sem rumo em volta dos bosques, até que, em um dia, ele descobriu-se no caminho que conduzia à Baía das Garças.
Passeando para a costa do grande Lago, ele sentou-se e observou uma embarcação velejando para longe, lentamente, à frente do vento oeste. O pensamento logo lhe ocorreu, de que a adição de uma forquilha de brandal à maneira que Philip mencionara, permitir-lhe-ia trazer uma vela. De outra maneira, a canoa não poderia suportar uma vela (a não ser uma muito pequena, meramente para ir diante da briza), mas com uma semelhante vela como a forquilha de brandal suportaria, ele poderia aventurar-se muito mais distante da terra, sua viagem poderia ser muito mais estendida, e seu labor com o remo, diminuído.
Isso o encheu novamente com energia nova; ele retornou e, imediatamente, recomeçou o trabalho. Oliver, descobrindo que, novamente, ele estava ocupado com isso, veio e insistiu em ajudar. Com sua ajuda, o trabalho progrediu rapidamente. Ele usava as ferramentas tão habilmente como a realizar mais em uma hora do que Felix poderia em um dia. A forquilha de brandal consistia em um barra de álamo, afiada em ambas as extremidades, e sustentado, a uns seis ou sete pés da canoa, por duas fortes travessas.
Um mastro, aproximadamente da mesma altura que o comprimento da canoa, [109]foi então colocado; ele foi feito de um jovem abeto. Outro abeto menor supriu a verga, a qual se estendia longitudinalmente, quando do comprimento do bote. A vela, de tela grossa, não era muito alta, mas longa, e bastante mais ampla em cada extremidade, onde a corda amarrava-a à proa e à popa, ou antes, às duas proas. Dessa maneira arranjado, ele não estava tão bem adequado para correr diretamente diante do vento, como para operar dentro dele, um feito nunca tentado pelas embarcações da época.
Oliver ficou satisfeito com a aparência do bote, a tal ponto que, de vez em quando, ele anunciava sua intenção de acompanhar Felix em sua viagem. Mas, após uma visita à cidade, e uma olhada de relance para a Princesa Lucia, sua resolução mudou. Ainda assim, ele vacilava, uma vez abertamente censurando a si mesmo por suportar uma tal vida de inação e ignomínia, e outra vez, ridicularizando Felix e seus esquemas visionários. Agora a canoa estava completa; ela foi testada na lagoa e descoberta flutuar exatamente como devia. Ela agora tinha de ser transportada para a Baía da Garça.
A intenção original era colocá-lo sobre uma carroça, mas as rudes carroças utilizadas na propriedade não poderiam a transportar muito bem, e ela foi substituída por um trenó. Várias vezes durante a viagem através da floresta, o trenó teve de ser parado enquanto a vegetação rasteira era cortada para permitir sua passagem; e uma vez um lamaçal teve de ser enchido com galhos cortados de álamos e feixes de samambaia. Esses atrasos compuseram a tarde antes que a costa do ancoradouro fosse alcançada.
Era apenas uma pequena enseada, escassamente de um tiro de arco de largura à entrada, e chegando a um ponto no interior. Aqui a canoa [110]foi deixada sob a responsabilidade de três servos, a quem se ordenou construírem uma cabana e permanecerem ao lado dela. No próximo dia, algumas provisões foram enviadas nas costas dos servos, e à tarde (era sábado) todos os três irmão chegaram; a canoa foi lançada, e eles iniciaram uma navegação de teste. Com um vento sul, eles correram para o leste com um passo rápido, mantendo-se perto da praia até uma milha dentro do Cavalo Branco.
Para lá ele trouxeram-na ao conduzirem a canoa em oposição inequívoca contra o vento; então, transferindo o remo de direção (um bastante grande, construído para esse propósito) para a outra extremidade, e reajustando a vela, a forquilha de brandal ainda ficando para o sotavento, eles correram para trás a uma velocidade igual. A canoa respondeu perfeitamente, e Felix ficou satisfeito. Agora ele despachou suas ferramentas e várias armas para a cabana para serem colocadas a bordo. O seu próprio peculiar arco de teixo ele manteve por último, em casa; isso e a arca amarrada com couro cru iriam com ele, no último dia.
Embora, em seu esquema original, Felix projetara partir sem ninguém ficar ciente de sua intenção, as circunstâncias que surgiram, e o emprego necessário de tantos homens, deixaram o segredo escapar em algum grau. A remoção das ferramentas e armas, da besta, dos dardos, e da lança, atraíram ainda mais atenção. Mas pouco ou nada foi dito sobre isso, embora o Barão e a Baronesa tiveram observar essas preparações. O Barão deliberadamente fechou seus olhos e ocupava-se com sua jardinagem; ele agora também estava ocupado com a primeira segadura. Em seu coração, talvez, ele sentisse que ele [111]não agira completamente certo, assim se retirando inteiramente do mundo.
Ao fazer isso, ele condenara seus filhos à solidão e a serem considerados com desdém. Tarde demais agora, ele apenas podia persistir obstinadamente sem seu curso. A Baronesa, acostumada por tantos, tantos anos ao desapontamento, ajustara-se à sua visão de vida até que ela escassamente se estendia além do mero conforto físico. Nem podia ela compreender a ideia da partida próxima de Felix; quando ele efetivamente tivesse ido, talvez, ela compreendesse completamente.
Agora tudo estava pronto, e Felix estava apenas esperando pela Festa de São Tiago para visitar Aurora no Castelo de Thyma. Na manhã antes da festa, Felix e Oliver partiram juntos. Eles não tinham vivido completamente em harmonia, mas agora, diante dessa mudança aproximando-se, Oliver sentia que ele devia suportar a companhia de Felix. Oliver cavalgava sua bela Noite, ele usava seu chapéu emplumado e levava sua lança de cavaleiro. Felix cavalgava um cavalo menor, útil, mas longe de ser bonito. Ele levava seu arco teixo e sua faca de caça.
O Castelo de Thyma situava-se a quinze milhas ao sul; ele era o último posto avançado da civilização; além dele nada havia senão floresta, e as selvagens planícies abertas, o lar dos ciganos. Essa circunstância de posição concedeu ao Barão de Thyma, em tempos passados, uma certa importância, mais do que era devida ao tamanho de sua propriedade ou ao número de seus retentores. Durante uma invasão dos ciganos, seu castelo suportou a força total da guerra, e sua defesa galante, [112]de fato, destruiu o progresso adiante. Tantos caíram esforçando-se para o dominar, que o resto ficou desanimado, e apenas bandos espalhados penetraram além.
Por esse serviço o Barão recebeu a concessão de vários privilégios; ele era considerado como um pilar do estado, e era bem-vindo à corte. Mas, no fim, isso se provou um prejuízo para ele. Suas honras, e a alta sociedade à qual elas o conduziam, eram grandes demais para pequeneza de sua renda. Energético, bastante inclinado à exibição, ele não pôde se conter; ele lançou-se adiante, com o resultado usual de empobrecimento, hipoteca e débito.
Ele esperara obter o comando de um exército nas guerras que irrompiam de tempos em tempos; de fato, era universalmente admitido que ele era, em todos os aspectos, qualificado para um tal posto. Os cortesões e outros, contudo, invejosos, como sempre é o caso, da habilidade e do talento real, impediram-no, através de intrigas, de alcançar seu objetivo. O orgulho impediu-o de aquiescer a essa derrota; ele esforçava-se através de exibição e extravagância para se manter bem para a fachada, exibindo-se diante dos olhos de todos. Isso não podia durar muito tempo; ele foi obrigado a retirar-se para sua propriedade, a qual por pouco escapou do confisco por seus credores.
Contudo, um fim tão infame após um serviço tão valoroso foi evitado pelo antigo Príncipe, quem, a partir de seus recursos privados, pagou os mais urgentes credores. Até o fim o antigo Príncipe tratou-o como um amigo, e ouvia seu conselho. Thyma [113]sempre estava na esperança de alguma mudança no equilíbrio de partidos conceder-lhe-ia sua oportunidade. Quando o jovem Príncipe sucedeu, ele foi suficientemente esperto para ver que a presença de semelhantes homens em sua Corte dava-lhe estabilidade, e ele, também, convidou Thyma para oferecer seu conselho. As esperanças do Barão agora subiram mais alto do que nunca, mas, novamente, ele foi desapontado.
O novo Príncipe, ele mesmo incapaz, desgostava e desconfiava de talento. Os anos passaram-se, e o Barão não obteve nenhuma nomeação. Habitualmente ele esticava seus recurso ao máximo para visitar a Corte tão frequentemente quanto possível; ele ainda acreditava que mais cedo ou mais tarde um giro da roda elevá-lo-ia.
Ali tinha existido entre as casas de Thyma e Aquila o vínculo da amizade de coração; as manoplas, os cascos e os anéis eram preservados por ambas, e os presentes usuais, passados três vezes em um ano; no Solstício de Verão, no Natal e na Festa da Anunciação. Contudo, não ocorrera muito relacionamento pessoal por alguns anos, até que Felix foi atraído pela beleza de Aurora. Orgulhoso, vistoso e atrevido, Thyma não podia entender os sentimentos que conduziram seu amigo do lar a retirar-se da arena e ocupar a si mesmo com cerejas e rodas d’água. Por outro lado, Constans antes olhava com bastante escárnio para a ostentação do outro. Dessa maneira, havia uma certa distância, por assim dizer, entre elas.
É claro, o Barão de Thyma não podia ser ignorante do afeto entre sua filha e Felix; ainda assim, tanto quanto possível, ele ignorava isso. Ele nunca se referia a Felix, se [114]o nome dele fosse incidentalmente mencionado, ele permanecia em silêncio. A verdade era, ele alguém mais elevado para Lady Aurora. Ele nunca poderia, em cortesia, mesmo da mais fraca maneira, desencorajar as visitas do filho de seu amigo; as leis cavalheirescas de honra teriam proibido um curso tão mesquinho. Nem sua consciência lhe permitiria fazê-lo, lembrando-se dos velhos dias, quando ele e o Barão foram satisfeitos companheiros juntos, e de como o Barão Aquila foi o primeiro a liderar tropas em auxílio durante a guerra cigana. Ainda assim, ele tacitamente desaprovava; ele não encorajava.
Felix sentia que ele não era completamente bem-vindo; ele reconhecido a sensação de constrangimento que prevalecia quando ele estava presente. Isso feria profundamente seu orgulho, e nada, senão o amor por Aurora, podia ter capacitado-o a suportar isso. A parte irritante de isso era que ele não podia, em seu coração secreto, condenar o pai por evidentemente desejar uma melhor aliança para a filha dele. Esse era o mais forte dos motivos que o determinaram a buscar o desconhecido.
Se qualquer coisa, o Barão teria preferido Oliver como pretendente para sua filha; ele simpatizava com o espírito impetuoso de Oliver, e admirava seus feitos de força e destreza com espada e lança. Ele sempre acolhia Oliver de coração, e prestava-lhe cada atenção. Isso, para fazer Oliver justiça, era uma razão porque ele se determinou a acompanhar seu irmão, pensando que se ele estivesse ali, ele poderia ocupar atenção e, dessa maneira, possibilitar a Felix ter mais oportunidade para falar com Aurora.
[115]Cedo pela manhã, os dois saíram cavalgando a partir do pátio e, passando através de todo o comprimento da cercada dentro da paliçada, saíram na Barreira Sul e, quase imediatamente, entraram na floresta. Eles checaram bastante a celeridade de seus cavalos, relaxados como os animais estavam do estábulo, mas não pudera controlar exatamente seus espíritos, pois o passo de um cavalo é novamente até metade tão rápido enquanto ele está cheio de vigor. A curva do rastro logo fechou a paliçada; eles estavam sozinhos nos bosques.
Há muito tempo, cedo como eles estavam, o sol secara o orvalho, pois seus raios aquecem a atmosfera rapidamente como a primavera avança para o verão. Mas ainda estava fresco e doce em meio às árvores, e até Felix, embora compelido a uma missão tão sombria, não pôde escolher senão sentir a influência alegre da manhã. Oliver cantava em voz alta com sua voz profunda, e o ruído surdo, o baque dos cascos de cavalos mantinha o tempo para a balada.
Os tordos voavam apenas um pouco para trás a partir do caminho, conforme eles passavam. O assobio dos melros vinham de muito longe, onde havia clareiras abertas e riachos correntes; as notas do cuco tornavam-se mais e mais fracas conforme eles avançavam além da estocada, pois o cuco gosta do bosque que imediatamente bordeja o cultivo. Por algumas milhas, a trilha era larga, passando através de matagais de espinhos e baixos espinheiros com massas imensas de matagal emaranhado entre eles, espinheiro e madressilvas emaranhados, impermeáveis acima, mas ocos abaixo; sob esses eles podiam ouvir as galinhas do mato [116]correndo para lá e para cá e arranhando as flores mortas que se espalhavam pelo chão. Sons de cacarejo aprofundando-se traiam a localização de seus ninhos.
Precipitações, e as junças mortas do último ano, através das quais as verdes folhas frescas estavam roçando a si mesmas, em alguns lugares, ficavam ao lado do caminho, orlando os espinhos onde o chão vazio frequentemente mantinha a água das tempestades. Para fora desses arbustos, um coelho ocasionalmente saía e saltava através para o outro lado. Aqui, onde havia tão poucas árvores, e a floresta consistia principalmente de arbusto, eles podiam enxergar a alguma distância de cada lado e também uma ampla extensão do céu. Após um tempo, os arbustos de espinhos foram seguidos por bosques de freixo, onde as árvores ficavam mais próximas do caminho, contraindo a visão; é mais úmido aqui, os cascos cortavam a grama, a qual era grosseira e enfileirada. A árvores crescendo tão perto umas das outras destruíram umas as outras, seus galhos mais baixos esfregavam-se juntos e eram mortos, de maneira que, em muito pontos, os cavaleiros podiam enxergar por uma longa distância entre os troncos.
A cada vez que o vento soprava, eles podiam ouvir uma distante quebra de ramos conforme os galhos mortos, quebrados pelo balanço das árvores, caiam e vinham abaixo. Houvesse qualquer um tentado caminhar dentro da floresta, ali ele teria afundado o tornozelo em macia madeira decadente, oculta da visão por vegetação espessa. Pombos da floresta subiam a cada minuto, a partir desses freixos, com um alto barulho de asas; seus gritos ressoavam continuamente, agora profundos na floresta, e agora perto, à mão. Era evidente que uma grande bando dele tinha seus ninhos aqui, e, de fato, seus [117]ninhos de galhos frequentemente eram vistos a partir do caminho. Ali não apareciam outros pássaros.
Novamente, a floresta mudou, e a trilha, passando para terreno mais elevado, entrava entre abetos. Também esses mataram uns aos outros por crescerem tão densamente; os ramos mais baixos de muitos estavam mortos, e não havia nada senão um pouco de verde nos topos, enquanto que, em muitos lugares, havia um espaço aberto onde eles decaíram completamente. Espinheiros cobriam o terreno nesses espaços abertos, espinheiros e tojos, agora brilhantes com floração dourada. Os gaios guinchavam alto, assustados enquanto os cavaleiros passavam sob eles, e esvoaçavam para longe; coelhos, os quais eles viam novamente aqui, mergulhavam em suas tocas. Entre os abetos a trilha ficava muito estreita, e eles não podiam, convenientemente, cavalgar lado a lado; Oliver assumiu a liderança, e Felix seguiu.
ORIGINAL:
JEFFERIES, R. After London; or, Wild England. London: Duckworth & Co, 1905. p.106-117. Disponível em: <https://archive.org/details/afterlondonorwil00jeffuoft/page/106/mode/1up>
TRADUÇÃO:
EderNB do Blog Eidonet
Licença: CC BY-NC-SA 4.0
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