Erewhon: ou, Além da Cordilheira - XXVII As Visões de um Filósofo Erewhoniano a respeito dos Direitos dos Vegetais

Erewhon: ou, Além da Cordilheira


Por Samuel Butler


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[214]XXVII As Visões de um Filósofo Erewhoniano a respeito dos Direitos dos Vegetais


Permita-me abandonar essa história infeliz e retornar ao curso de eventos entre os erewhonianos de maneira geral. Não importa quantas leis eles aprovassem aumentando a severidade das punições infligidas sobre aqueles que comiam carne em segredo, as pessoas encontravam maneiras de as colocar de lado tão rapidamente quanto elas eram criadas. De fato, às vezes, elas tornavam-se quase obsoletas, mas, quando elas estavam a ponto de serem repelidas, algum desastre nacional ou pregação de algum fanático redespertavam a consciência da nação, e as pessoas eram aprisionadas às milhares por venda e compra ilícita de comida animal.

Contudo, aproximadamente após seiscentos ou setecentos anos depois da morte do antigo profeta, um filósofo apareceu, quem, embora ele não reivindicasse ter nenhuma comunicação com um poder invisível, estabeleceu a lei com tanta confiança como se um semelhante poder o tivesse inspirado. Muitos pensam que esse filósofo não acreditava em seu próprio ensinamento, e, sendo em segredo um grande comedor de carne, não teve outro fim em vista senão a redução da proibição contra comer comida animal a uma absurdidade, maior até do que um puritano erewhoniano seria capaz de suportar.

Aqueles que aceitam essa visão sustentam que ele sabia quão impossível seria conseguir com que a nação aceitasse legislação que era considerada ser pecaminosa; ele também sabia quão sem esperança seria convencer o povo de que não era perverso matar uma ovelha e comê-la, a menos que ele pudesse mostrar-lhes que ou eles tem de percar a uma certa extensão ou morrer. Portanto, acredita-se que ele fez as propostas monstruosas das quais eu agora falarei.

Ele começou pagando um tributo de profundo respeito para o antigo profeta, cuja defesa dos direitos dos animais, ele admitia, tinha feito muito para suavizar o caráter nacional e alargar suas visões sobre a santidade da vida no geral. Mas ele urgiu que os tempos agora tinham mudado; a lição da [215]qual o país tinha estado em necessidade tinha sido suficientemente aprendida, enquanto que, com respeito aos vegetais, muito do que nem mesmo era anteriormente suspeitado tinha se tornado conhecido, o qual, se a nação devia perseverar naquela aderência estrita aos princípios morais mais elevados que até então tinham sido o segredo da sua prosperidade, tem de necessitar de uma mudança radical em sua atitude com respeito a eles.

De fato, era verdadeiro que muito que agora era conhecido não tinha sido suspeitado antigamente, pois o povo não tinha tido nenhum inimigo estrangeiro, e, sendo tanto perspicaz e inquisitivo dos mistérios da natureza, tinha realizado progresso extraordinário em todos os muitos ramos da arte e ciência. No principal museu erewhoniano, mostraram-me um microscópio de poder considerável que era atribuído pelas autoridades a uma data muito perto daquela do filósofo de quem eu estou falando agora, e alguns até supunham ter sido o instrumento com o qual ele efetivamente tinha trabalhado.

Esse filósofo era professor de botânica na então principal instituição educacional em Erewhon e, se com a ajuda do microscópio ainda preservado, ou com outro, tinha chegado a uma conclusão agora universalmente aceita entre nós mesmos – eu quero dizer, que tudo, tanto animais quanto plantas, tinham tido um ancestral comum, e que, consequentemente, as segundas deveriam ser consideradas tão vivas quanto os primeiros. Portanto, ele argumentava que animais e plantas eram primos, e deveriam ser vistos assim, durante todo o tempo, se as pessoas não estabelecessem uma divisão arbitrária e irracional entre o que elas escolheram chamar de os reinos animal e vegetal.

Ele declarou, e demonstrou para a satisfação de todos aqueles que eram capazes de formar uma opinião sobre o assunto, que não há diferença apreciável, quer por olho quer por qualquer outro teste, entre um germe que se desenvolverá em um carvalho, uma vinha, uma roseira e um que (dadas as suas redondezas acostumadas) tonar-se-á um rato, um elefante ou um homem.

Ele argumentava que o curso de desenvolvimento de qualquer germe [216]era ditado pelos hábitos dos germes a partir dos quais ele descendia, e da identidade daqueles dos quais ele uma vez formou parte. Se um germe se encontrasse posicionado como os germes na linhagem da sua ancestralidade estiveram posicionados, ele agiria como os seus ancestrais tinham agido, e cresceria para o mesmo tipo de organismo que os deles. Se ele encontrasse as circunstâncias apenas um pouco diferentes, ele faria um desvio (com ou sem sucesso) para modificar o seu desenvolvimento de acordo; se as circunstâncias fossem amplamente diferentes, ele morreria, provavelmente sem um esforço de autoadaptação. Ele argumentava que isso se aplicava igualmente aos germes de plantas e animais.

Portanto, ele conectava tudo, tanto desenvolvimento animal quanto vegetal, com a inteligência, quer esgotada e agora inconsciente, quer ainda não esgotada e consciente; e, em suporte da sua visão com respeito à vida vegetal, ele apontava para o caminho através do qual todas as plantas tinham adaptado a si mesmas ao seu meio ambiente habitual. Concedendo que a inteligência vegetal, à primeira vista, parecia diferir materialmente da animal, contudo, ele insistia, ela é como a outra no fato essencial de que ela evidentemente tem se ocupado com questões que são vitais para o bem-estar do organismo que a possui, ela nunca mostrou a mais leve tendência para se ocupar com qualquer outra coisa. Ele insistia nisso como uma prova tão grande de inteligência quanto qualquer ser vivo pode dar.

As plantas,” dizia ele, “não mostram nenhum sinal de se interessarem em assuntos humanos. Nós nunca deveremos conseguir que uma rosa entenda que cinco vezes sete são trinta e cinco, e não há utilidade em conversar com um carvalho sobre flutuações no preço das ações. Consequentemente, nós dizemos que o carvalho e a rosa são não inteligentes, e, descobrindo que eles não entendem os nosso afazeres, concluímos que eles não entendem os deles próprios. Mas o que pode uma criatura que fala dessa maneira conhecer sobre inteligência? O que mostra sinais maiores de inteligência? Ele, ou a rosa e o carvalho?”

E quando nós chamamos as plantas de estúpidas por não entenderem os nossa afazeres, quão capazes nos mostramos de entendermos [217]os delas? Nós podemos formar mesmo a mais fraca concepção da maneira pela qual uma semente de uma roseira torna terra, ar, calor e água em uma roseira desenvolvida? De onde ela obtém sua cor? Da terra, do ar, etc? Sim – mas como? Aquelas pétalas de textura tão inefável – aquela tonalidade que rivaliza com a bochecha de uma criança – aquele perfume novamente? Examine a terra, o ar e água – esses são todos os materiais brutos com os quais a rosa teve de trabalhar; isso revela alguma ausência de inteligência na alquimia com a qual ela transforma lama em pétalas de rosa? Que químico pode fazer alguma coisa comparável? Por que qualquer um não tenta? Simplesmente porque todos sabemos que nenhuma inteligência humana é adequada para a tarefa. Nós desistimos. É o departamento da roseira; deixe-se a roseira cuidar dele – e seja apelidada de não inteligente porque ela nos desconcerta através dos milagres que ela opera, e pela maneira despreocupadamente metódica através da qual ela os opera.”

Novamente, veja que dificuldades as plantas enfrentam para se protegem dos seus inimigos. Elas arranham, cortam, ferroam, produzem cheiros ruins, secretam os venenos mais terríveis (os quais apenas os céus sabem como como eles inventam produzir), cobrem suas preciosas sementes com espinhos como aqueles de um ouriço, intimidam insetos com sistemas nervosos delicados ao assumirem formas portentosas, ocultam a si mesmas, crescem em lugares inaccessíveis, e contam mentiras tão plausivelmente quanto a enganarem os seus inimigos mais sutis.”

Elas colocam armadilhas besuntadas com liga para capturar insetos, e persuadem-lhes a arrastarem-se para dentro de jarros que elas produziram com suas folhas e encheram com água; outras tornam a si mesmas, por assim dizer, em armadilhas de ratos, a qual se fecha com um salto sobre qualquer inseto que se estabelece sobre elas; outras tornam suas flores na forma de uma certa mosca que é uma grande saqueadora de mel, de maneira que, quando a mosca real chega, ela pensa que as flores estão reservadas, e vai para outro lugar. Algumas são tão espertas mesmo para enganarem a si mesmas, como a raiz-forte, a qual é puxada e comida por aquela pungência com a qual ela se protege [218]contra inimigos subterrâneos. Se, por outro lado, elas pensam que qualquer inseto pode servir para elas, veja quão belas elas tornam a si mesmas.”

O que é ser inteligente se saber como fazer o que alguém quer fazer, e fazê-lo repetidamente, não é ser inteligente? Alguns dizem que a semente de rosa não quer crescer em um arbusto de rosa. Então, porque, em nome de tudo que é razoável, ela cresce? Muito provavelmente ela está inconsciente da carência que a está estimulando à ação. Nós não temos nenhuma razão para supormos que um embrião humano sabe que ele quer crescer em um bebê, ou um bebê em um homem. Nada nunca mostra sinais de saber quer o que ele está querendo quer o que está fazendo, quando as suas convicções tanto quanto ao que ele quer quanto a como o obter, foram estabelecidas além do poder adicional de questionar. Quanto menos sinais as criaturas vivas dão de saberem o que elas fazem, com a condição de que elas o façam, e façam-no repetidamente e bem, maior a prova que elas dão de que, na realidade, elas sabem como o fazer e têm-no feito já em um número infinito de ocasiões passadas.”

Alguém pode dizer,” ele continuou, “'O que você quer dizer ao falar sobre um número infinito de ocasiões passadas? Quando uma semente de rosa transformou-se em um arbusto de rosa em qualquer ocasião passada?'”

Eu respondo a essa questão com outra. ‘A semente de rosa alguma vez formou parte da identidade do arbusto de rosa no qual ela cresceu?’ Quem pode dizer que ela não o fez? Novamente, eu pergunto: ‘Esse arbusto de rosa alguma vez esteve vinculado por todos aqueles vínculos que nós comumente consideramos como constituindo identidade pessoal, com a semente a partir da qual ele, por sua vez, cresceu?’ Quem pode dizer que ele não esteve?”

Então, se a semente de rosa número dois é uma continuação da personalidade do seu arbusto de rosa pai, e se esse arbusto de rosa é uma continuação da personalidade da semente de rosa a partir do qual ele brotou, a semente de rosa número dois também tem de ser uma continuação da personalidade da semente de rosa anterior. E essa semente de rosa tem de ser uma continuação da personalidade [219]da semente de rosa precedentes – e assim de volta e de volta, ad infinitum. Consequentemente, é impossível negar personalidade contínua entre qualquer semente de rosa existente e a mais primitiva semente que, de qualquer maneira, pode ser chamada de uma semente de rosa.”

A resposta, então, ao nosso objetor não está longe para buscar. A semente de rosa fez o que ela agora faz nas pessoas dos seus ancestrais – com quem ela tem estado tão ligada quanto a ser capaz de lembrar o que aqueles ancestrais fizeram quando eles estiveram posicionados como a semente de rosa agora está. Cada estágio de desenvolvimento traz de volta a memória do curso tomado no estado precedente, e o desenvolvimento tem sido tão frequentemente repetido que toda a dúvida – e com toda dúvida, toda consciência de ação – está suspensa.”

Mas um objetor ainda pode dizer, ‘Concedido que a ligação entre todas as gerações sucessivas tenha sido tão próxima e ininterrupta, que cada uma delas possa ser concebida como capaz de lembrar o que fez nas pessoas dos seus ancestrais – como você mostra que ela efetivamente se lembrou?’”

A resposta é: ‘Pela ação que cada geração toma – uma ação que repete todos os fenômenos que nós comumente associamos com memória – o que é explicável sobre a suposição de que têm sido guiados por memória – e que nunca foram explicados, nem nunca parecem ser prováveis de serem explicados, em qualquer outra teoria do que a suposição de há uma memória vinculante entre gerações sucessivas.’”

Alguém trará um exemplo de qualquer criatura viva cuja ação nós podemos entender, realizando uma ação inefavelmente difícil e intricada, repetidas vezes, com sucesso invariável, e, contudo, não sabendo como a realizar, e nunca tendo realizado isso antes? Mostre-me o exemplo, e eu não direi mais nada, mas, até que ele seja mostrado a mim, eu deverei creditar ação, onde eu não posso observá-la, como sendo controlada pelas mesmas leis como quando ela é dentro do alcance da nossa vista. Ela se tornará inconsciente tão logo que a habilidade que a dirija se torne perfeita. Portanto, nem a semente de rosa, nem o embrião [220]deveriam ser esperados revelarem sinais de saber que eles sabem o que eles sabem – se eles mostrassem tais sinais, o fato de que eles conhecem o que eles desejam, e como o obter, poderia ser razoavelmente duvidado.”

Algumas das passagens já fornecidas no capítulo 23 foram obviamente inspiradas por essa há pouco citada. Como eu a leio, na reimpressão mostrada a mim por um professor que tinha editado muito da literatura sobre o assunto, eu não pude senão lembrar daquela na qual o nosso Senhor diz aos Seus discípulos para considerarem os lírios no campo, quem nem labutam nem fiam, mas cuja vestimenta supera mesmo aquela de Salomão em toda sua glória.

Elas não labutam, nem elas fiam?” É assim? “Não labutam?” Talvez não, agora que o método de procedimento é tão bem conhecido quanto a não admitir questionamento adicional – mas não é provável que os lírios chegassem a produzirem a si mesmas tão belamente sem nunca terem enfrentado dificuldades sobre a questão. “Tampouco eles fiam?” Não com uma roda de fiar; mas não há tecido fabril em uma folha?

O que os lírios do campo diriam se eles ouvissem um de nós declarando que eles nem laboram nem fiam? Eles diriam, eu aceito-o, muito o que nós deveríamos se nós devêssemos ouvir eles pregando humildade no texto de Salomão e dizendo, “Considere os Salomões em toda a sua glória, eles nem laboram tampouco eles fiam.” Nós deveríamos dizer que os lírios estavam falando sobre coisas que eles não entendiam, e que, se os Salomões não laboram nem fiam, contudo, não tem havido falta quer de labor quer de fiação antes que eles chegassem a ser arrumados tão lindamente.

Retornemos agora ao professor. Eu disse o suficiente para revelar a direção geral dos argumentos dos quais ele dependia para mostrar que vegetais apenas são animais sob outro nome, mas não formulei o caso dele em nada como a completude com a qual ele o estabeleceu diante do público. A conclusão que ele extraiu, ou pretendeu extrair, foi de que, se era pecaminoso matar e comer animais, não era [221]menos pecaminoso agir de maneira semelhante com os vegetais ou suas sementes. Nenhum desses, ele dizia, deveria ser comido, exceto o que tinha morrido de uma morte natural, tais como a fruta que estava estendida no chão e prestes a apodrecer, ou folhas de repolho que tinham amarelado no último outono. Essas e outro lixo semelhante ele declarou serem a única comida que poderia ser comida com uma consciência limpa. Mesmo assim, o comedor tem de plantar as sementes de quaisquer maçãs ou peras que ele possa ter comido, ou quaisquer caroços de ameixa, caroços de cereja, e semelhantes, ou ele se aproximaria de incorrer na culpa de infanticídio. De acordo com ele, o grão dos cereais estava fora de questão, pois cada grão tinha uma alma viva tanto quanto o homem tinha, e tinha um direito tão bom quanto o do homem a possuir essa alma em paz.

Tendo dessa forma conduzido seus concidadãos a um canto, na ponta de uma baioneta lógica, da qual eles sentiam que não havia escapatória, ele propôs que a questão do que devia ser feito deveria ser referida a um oráculo no qual o país inteiro tivesse a maior confiança, e o recurso do qual sempre teve em tempos de dificuldade especial. Era sussurrado que uma relação próxima do filósofo era a donzela da dama para a sacerdotisa que comunicava o oráculo, e o partido puritano declarou que a resposta estranhamente inequívoca do oráculo foi obtida por influência de bastidores; mas, se foi assim ou não, a resposta, tão aproximadamente quanto eu posso traduzir, foi como se segue:


Ele que peca em qualquer coisa

Peca mais do que ele deveria;

Mas ele que peca em nada

Tem muito a ser ensinado.

Espancar ou ser espancado,

Comer ou ser comido,

Ser morto ou matar;

Escolha o que você desejar.”


Está claro que essa resposta sancionava de qualquer maneira a destruição de vida vegetal, quando necessária como comida, pelo homem; [222]e tão forçosamente o filósofo tinha revelado que o que era molho para os vegetais também era para animais, que, embora o partido puritano fizesse um alarido furioso, os atos proibindo o uso de carne foram repelidos por uma maioria considerável. Dessa forma, após várias centenas de anos de peregrinação pelo deserto da filosofia, o país alcançou as conclusões que o senso comum há muito desde então tinha alcançado. Mesmo os puritanos, após uma tentativa vã de subsistirem com um tipo de geleia feita de maçãs e folhas de repolho amarelas, sucumbiram ao inevitável, e resignaram-se com uma dieta de bife e carneiro assados, com todos os complementos de uma mesa de jantar moderna.

Alguém teria pensado que a dança à qual eles tinham sido levados pelo antigo profeta, e a dança ainda mais louca à qual o professor de botânica tinha gravemente, mas, como eu acredito, insidiosamente, proposto a levá-los, teria tornado os erewhonianos suspeitos de profetas, quer eles professassem ter comunicações com um poder invisível ou não; mas, tão enraizado na mente humana está o desejo de acreditar que algumas pessoas realmente conhecem o que elas dizem que conhecem, e, dessa forma, podem salvá-los da dificuldade de pensarem por si mesmos, que, em um breve tempo, pretensos filósofos e caprichosos tornaram-se mais poderosos do que nunca, e gradualmente levaram seus concidadãos a aceitarem todas aquelas absurdas visões de vida, um pouco do relato das quais eu forneci em meus capítulos anteriores. De fato, eu não posso ver esperança para os erewhonianos até que eles tenham chegado a entender que a razão não corrigida pelo instinto é tão ruim quanto o instinto não corrigido pela razão.


Próximo capítulo


ORIGINAL:

BUTLER, S. Erewhon: or, Over the Range. IN:______. The Shrewsbury Edition of the Work of Samuel Butler. Volume II. London: Jonathan Cape, New York: E. P. Dutton & Company, 1923. p. 214-222. Disponível em: <https://archive.org/details/shrewsburyeditio02butl/page/214/mode/1up>


TRADUÇÃO:

EderNB do Blog Eidonet

Licença: CC BY-NC-SA 4.0

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